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HAREM-871-07800
Abraço Página Principal ASSOCIAÇÃO DE APOIO A PESSOAS COM VIH/SIDA A ABRAÇO é uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Organização não governamental sem fins lucrativos de prestação de serviços na área da SIDA. Foi constituída por escritura pública em Junho de 1992, formalizando e dando continuidade ao trabalho de um pequeno número de voluntários que, desde Dezembro de 1991, prestava apoio psicológico, social e material a seropositivos internados na Unidade de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Egas Moniz, e tentava melhorar as condições hospitalares. Os objectivos da Associação são : Apoio a pessoas afectadas pelo VIH/SIDA; Apoio, treino e formação de trabalhadores e técnicos de saúde envolvidos com o VIH; Prevenção da infecção, dirigida à população em geral e, especialmente, aos jovens, utilizadores de droga, trabalhadores do sexo, mulheres, gays, trangenders e reclusos; Luta contra a discriminação e defesa dos direitos das pessoas infectadas. A Associação dispõe de uma estrutura de cerca de vinte assalariados sendo portanto a sua actividade desenvolvida essencialmente através de voluntários. A sua acção tem âmbito nacional, dispondo de três centros de trabalho na área da grande Lisboa, um no Porto, aberto em Dezembro de 1994, e um no Funchal, aberto em Dezembro de 1995. A Associação está organizada por núcleos e delegações regionais, cada um deles reportando a um dos três membros da Comissão Executiva. Actualmente a Associação conta com cerca de 460 sócios e 650 voluntários; destes, 70 trabalham connosco numa base regular e permanente.
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HAREM-361-02413
Fernando Ferreira [click for a page in english] CMAF- Universidade de Lisboa Gabinete A2-31 Avenida Professor Gama Pinto, 2 Telefone do Gabinete: 217904893 P-1649-003 Lisboa Extensão interna: 4293 Portugal Email: ferferr@cii.fc.ul.pt Departamento de Matemática | Faculdade de Ciências | Universidade de Lisboa | CMAF Apresentação Bem vindos àminha página pessoal. Sou Professor Associado do Departamento de Matemática da Universidade de Lisboa e membro do Centro de Matemática e Aplicações Fundamentais - CMAF. Clique aqui para obter o meu CV. Interesses Académicos Lógica Matemática, em especial teorias fracas da aritmética e da análise. Filosofia e Fundamentos de Matemática . Tenho um interesse amador (no sentido latino da palavra) por alguns problemas da Filosofia Antiga , particularmente no problema da falsidade em Parménides e Platão. Também escrevi alguns ensaios expositórios sobre temas da lógica: clique aqui para os ver. Ensino No presente semestre dou aulas teórico-práticas de Álgebra 2, cadeira do segundo ano das licenciaturas em Matemática. O Professor José Perdigão Dias da Silva éo regente da cadeira. No semestre passado fui responsável pelas cadeiras de Topologia e Introdução àAnálise Funcional, do terceiro ano das licenciaturas em Matemática, e de Teoria da Demonstração, do Mestrado em Matemática. No ano passado ensinei a cadeira de Lógica Matemática aos finalistas de Matemática e licenciaturas relacionadas. Clique aqui para ver a página desta cadeira. Também dei a cadeira Lógica de Primeira-Ordem ao primeiro ano das licenciaturas em Informática e Engenharia da Linguagem e do Conhecimento. A página web desta cadeira ainda se encontra disponível on-line em html://www.alf1.cii.fc.ul.pt/~ferferr/lpo.html. Também colaboro no Mestrado em Filosofia da Linguagem e da Consciência da Faculdade de Letras. Eventos De 25 a 28 de Junho decorrerá em Lisboa, no CMAF, a School on Real Algebraic and Analytic Geometry and O-minimal Structures . Às quintas-feiras decorre o Seminário de Lógica Matemática (SLM), organizado por mim e pelo Professor Narciso Garcia do Instituto Superior Técnico. Se quiser ter notícias regulares sobre o SLM, por favor contacte-me. Vária Sou co-editor da Disputatio , uma revista de Filosofia Analítica.
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HAREM-281-01176
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA NOVA DE OLIVEIRINHA Clique aqui para ENTRAR NO MENU (Fotografia do Quartel Construído em 1935) CLIQUE AQUI para enviar uma mensagem Visitas desde 13/05/2001 Mensagem do Presidente da Direcção Caros amigos dos Bombeiros: A nossa página na Internet já está activa desde o dia 13 de Maio de 2001, data em que se comemorou mais uma Festa dos Carolos (2001) . A Festa dos Carolosé uma tradição desta terra que os Bombeiros querem manter viva neste começo do novo milénio. E como nesta nova era as solicitações são diversas, os Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Oliveirinha têm bem presente os novos desafios. Assim, paralelamente à construção do Novo Quartel dos Bombeiros --temos dado passos bastante importantes!--, vamos continuar a melhorar esta página na Internet. Continuamos a receber conteúdos para dotarmos esta página com bastante informação, pelo que a vossa ajuda pode ser determinante. Para tal, podem escrever-nos, enviar um fax ou uma mensagem via correio electrónico. Para isso, visite a página de CONTACTOS . Vamos todos ajudar os Bombeiros. Vamos todos divulgar aquilo que é este corpo, o Corpo dos Bombeiros Voluntários de V. Nova de Oliveirinha. Caros amigos, fiquem pois atentos às actualizações desta página. Com os melhores cumprimentos. Eduardo Pereira (Presidente da Direcção) NOTA: Clique aqui ou na imagem do Quartel para continuar a navegar!
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HAREM-962-05111
HISTÓRICO Esta seção traz de volta um pouco da longa história do DCC. O DCC- Departamento de Cultura Científica do Centro Acadêmico Pereira Barretto (DCC/CAPB), órgão responsável pela representação e encaminhamento científico dos alunos da UNIFESP/EPM, fundado em 1937, atua junto aos alunos promovendo vários cursos extracurriculares, palestras, conferências e discussões de interesse à área médica. Organiza o Prêmio "Pereira Barretto", importante e conceituada premiação anual de trabalhos científicos acadêmicos, o Congresso Acadêmico Paulista de Medicina (CAPM), cursos de computação, cursos de idiomas e Revista científica. DCC - Como começou Os alunos sempre estiveram envolvidos na estruturação da Escola Paulista de Medicina. Poucos anos após sua fundação as atividades estudantis se intensificaram. O DCC surge em cinco de maio de 1937|cinco de maio de 1937 graças ao apoio de professores e ao espirito virtuoso de acadêmicos que, no afã de realizar algo mais do que apenas seguir seus currículos, inauguraram uma história de trabalho, dedicação e abnegação. Seus primeiros diretores foram os então acadêmicos Wladimir da Prússia Gomes Ferraz (Presidente), Arulemo Santos Novaes e Jair Xavier Guimarães (Secretários). O DCC/CAPB iniciou seus trabalhos coordenando atividades extracurriculares como Cursos, Congresso Acadêmico e instituindo Prêmios Científicos, como o Prêmio Pereira Barreto, e organizando revista científica voltada para a divulgação de trabalhos produzidos por alunos da escola e por internos do Hospital São Paulo. A revista foi denominada Medicina e Cultura e teve o seu primeiro número publicado em janeiro de 1939. Atualmente, o DCC organiza o Congresso Acadêmico Paulista de Medicina, o Prêmio Pereira Barreto e, em média, 20 cursos de extensão universitária por ano, que contam com a presença de acadêmicos desta e demais instituições de ensino médico. Temos aumentado a cada ano o reconhecimento de nossos cursos.
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HAREM-872-00971
C o m p r a s . . . COMPRAS As melhores compras incluem os pulôveres das Ilhas Aran, os produtos de lã ( jaquetas, coletes, boinas, chapéus, saias), os cristais de Waterford, as cerâmicas, o artesanato em linho e as jóias e bijuterias inspiradas nos desenhos do Book of Kells e nos mitos celtas. As plantas locais e a vida selvagem também são inspiração para essa arte. O Condado de Galway produz o Claddagh ring "tradicional anel de noivado " feito em ouro, prata ou em pedras. Os artefatos religiosos também valem ser destacados. Ler é uma paixão nacional, portanto existem excelentes livrarias. Em Dublin, a maior é a Eason and Son,que tem uma variedade enorme da literatura irlandesa. Os instrumentos musicais são feitos em várias regiões, mas o Condado de Clare é conhecido como "the singing county". As harpas são especialmente feitas em Dublin e Mayo. Nào poderia esquecer, é claro do whiskey e de algumas guloseimas como as algas marinhas secas, que são comidas cruas ou misturadas na comida. Em Dublin passeie no shopping St. Stephen's Green, na Grafton Street e na a O'Connell Street. Tem muitas lojas para apreciar. Em Waterford, visite a fábrica de cristais Waterford (Waterford Crystal Factory), que foi fundada em 1783 e fica a 2,5 km ao sul do centro da cidade. Você verá o processo de fabricação das peças. O linho irlandês é famoso no mundo todo e de alcance inigualado. Há uma variedade enorme que inclui colchas extravagantes, toalhas de mesa encaracoladas, guardanapos, etc. Enfeites em linho com finos entrelaços estão por toda a Irlanda, mas principalmente em Limerick e Kenmare.
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HAREM-273-02298
Empates na Honra O Ovarense-Amora|Ovarense-Amora e o Nacional-Académica|Nacional-Académica, dois jogos da 26ª jornada da II Divisão de Honra antecipados para ontem, terminaram empatados. Em Ovar, a equipa da casa esteve mesmo a perder com o Amora, quando um erro defensivo permitiu a Rui Maside inaugurar o marcador (14'). A Ovarense atacava mais, mas só aos 64' conseguiu marcar, por Emanuel, que de cabeça concluiu um canto marcado por Quinito. O Amora teve dois expulsos -- João Paulo (56') e Gil (72') -- mas manteve o empate até ao final. Na Madeira, o Nacional empatou a zero com a Académica num jogo fraco e onde o calor foi o dado mais assinalável. A 26ª jornada ficará completa hoje com os seguintes jogos: Penafiel-Rio Ave|Penafiel-Rio Ave, Famalicão-Espinho|Famalicão-Espinho, Portimonense-Estoril|Portimonense-Estoril, Torreense-Leça|Torreense-Leça, Feirense-Felgueiras|Feirense-Felgueiras, União Lamas-Paços Ferreira|União Lamas-Paços Ferreira e Aves-Campomaiorense|Aves-Campomaiorense Bremen à frente O Werder Bremen já alcançou o Borussia Dortmund no primeiro lugar do campeonato alemão de futebol, tendo anteontem vencido o Duisburg por 5-1 e beneficiado do empate (0-0) cedido pelo Borussia na deslocação a Estugarda. O Werder Bremen abriu o marcador logo aos 18' pelo líbero egípcio Hany Ramzy e chegou ao intervalo a ganhar por 3-0, com golos de Mario Basler (24') e Bernd Hobsch (36'). Marco Bode fez o 4-0 aos67', o Duisburg reduziu por Markkus Marin (78') e foi Andreas Herzog quem estabeleceu o resultado final, a sete minutos do fim. Sem poder contar com Stephane Chapuisat, Steffen Freund e Matthias Sammer, o Borussia não foi ontem além de um empate a zero em Estugarda, onde só ganhou uma vez nos últimos 12 anos. O Borussia Moenchengladbach, que venceu em Bochum por 2-0 (golos de Thomas Kastenmaier e Heiko Herrlich), e o Kaiserslautern, que derrotou o Schalke por 1-0 (golo de Steffan Kuntz) aproximaram-se dos líderes, estando agora a apenas dois pontos. Eis os resultados da 23ª jornada: Werder Bremen-Duisburg|Werder Bremen-Duisburg, 5-1; Estugarda-Borussia Dortmund|Estugarda-Borussia Dortmund, 0-0; Bochum-Borussia M'Gladbach|Bochum-Borussia M'Gladbach, 0-2; Dynamo Dresden-Hamburgo|Dynamo Dresden-Hamburgo, 1-1; Bayern Munique-TSV Munique|Bayern Munique-TSV Munique, 1-0; Schalke-Kaiserslautern|Schalke-Kaiserslautern, 0-1; Bayer Uerdingen-Eintracht Frankfurt|Bayer Uerdingen-Eintracht Frankfurt, 1-1;Bayer Leverkusen-Freiburg|Bayer Leverkusen-Freiburg, 2-4; Karlsruher-Colónia|Karlsruher-Colónia, 0-0. Classificação após 23 jogos: Borussia Dortmund e Werder Bremen, 34 pontos; Borussia Moenchengladbach e Kaiserslautern, 32; Freiburg e Bayern Munique, 30; Karlsruher, 25; Bayer Leverkusen, Hamburgo e Estugarda, 22; Colónia e Eintracht Frankfurt, 21; Schalke, 20; Bayer Uerdingen, 16; Bochum e TSV Munique, 14; Duisburg, 13; Dynamo Dresden, 12. França teve Taça O Paris St. Germain e o Bastia ficaram ontem apurados para a final da Taça da Liga de França, em futebol. A equipa parisiense venceu fora o Le Havre, com um golo de Raí na conversão de um penalti, e defrontará na final o Bastia, que derrotou na Córsega o Montpellier por 3-1. O Bastia marcou primeiro, por Bruno Rodriguez (43'), mas Thierry Laurey chegou ao empate seis minutos depois. E só nos últimos dez minutos o Bastia assegurou a presença na final, com dois golos de Franck Burnier (82') e Anton Drobnjak (88'). O vencedor da Taça da Liga terá direito a estar presente na Taça UEFA da próxima época.
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HAREM-654-09451
Lula declarou admirar Hitler e Khomeini Candidato do PT disse ontem que não se lembra de ter feito essa afirmação em entrevista à revista Playboy, em 79 GUSTAVO KRIEGER ELVIS CESAR BONASSA Da Sucursal de Brasília Elogios feitos por Luiz Inácio Lula da Silva a Adolf Hitler e ao aiatolá Khomeini são uma das preocupações do comando da campanha presidencial do PT. Lula declarou "admiração" pelos dois no início de sua carreira política. Hitler foi o ditador alemão que comandou a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Khomeini liderou, em 1979, a revolução xiita (radicais mulçumanos) que derrubou o xá Reza Pahlevi do governo do Irã. Em julho de 1979, quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista e articulava a criação do PT, Lula deu uma entrevista à revista Playboy, na qual citou os dois líderes como duas figuras políticas pelas quais ele nutria admiração. Dedicação O então sindicalista elogiou a "disposição, força e dedicação" de Hitler e afirmou: "O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer" . Sobre Khomeini, Lula disse: "Eu não conheço muita coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do xá foi um negócio sério". A lista de figuras admiradas por Lula em 1979 incluia ainda Tiradentes, Gandhi, Che Guevara, Fidel Castro e Mao Tsé-Tung . Este tipo de declaração, que mostra o Lula radical do movimento sindical, preocupa a direção do PT, empenhada em vender uma imagem mais moderada nas eleições. Ontem em Palmas (TO), o candidato petista disse que não se lembra de ter feito essas declarações à revista Playboy. Desconhecimento "Eu desconheço que haja entrevista da Playboy em que eu falo isso", disse Lula. O líder petista não quis comentar também uma entrevista prestada pelo cartunista Ziraldo à mesma revista, em 80, quando disse que ouviu Lula dizer que das feministas ele só queria o sexo. "É só perguntar ao Ziraldo se eu disse isso e sobre o que disse em um debate com mais de 500 mulheres no Rio de Janeiro", afirmou Lula. Colaborou ABNOR GONDIN, da Agência Folha
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HAREM-284-04226
Sunab autua empresas por alta abusiva dos preços Da Sucursal de Brasília e da Reportagem Local A Sunab (Superintendência Nacional de Abastecimento) autuou 62 estabelecimentos comerciais em 16 Estados entre 27 de junho e 8 de julho último. O motivo da autuação foi a prática de aumento abusivo de preços acima da variação dos custos de acordo com a nova Lei Antitruste (nº 8.884/94). A fiscalização também foi motivada pelo descumprimento de normas de comercialização. Entre os autuados, estão seis supermercados e oito indústrias. A Sunab também constatou a prática de aumento abusivo de preços em outros 23 estabelecimentos comerciais. Supermercados A Procuradoria do Estado de São Paulo deve finalizar os pareceres sobre os sete supermercados autuados pelo Procon dentro de uma semana . Os autuados foram: O Barateiro, Carrefour, Pão de Açúcar, Cândia, Extra, Eldorado e Paes Mendonça. Eles teriam vendido em março acima da média dos últimos quatro meses de 93. Os supermercadistas apresentaram defesa. Averiguação As empresas de vale-refeição deverão ser alvo de um processo de averiguação preliminar feito pelo governo. Em representação entregue ontem ao Ministério da Justiça, elas foram acusadas de terem formado cartel para aumentar em até 200% a taxa cobrada pelos seus serviços. A representação foi encaminhada pelo comerciante paulista Ronaldo Cheguri de Almeida, em nome de cerca de 300 donos de bares e restaurantes de São Paulo.
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HAREM-255-02996
Qual o seu nome? Lúcio Craveiro da Silva. Onde nasceu? Tortosendo, Covilhã. E data de nascimento? 27 de Novembro de 1914. Qual o nome do seu pai e da sua mãe? Meu pai é Gabriel Raimundo da Silva. Minha mãe, Maria de Lurdes Craveiro da Silva. E os seus avós? José Craveiro da minha mãe. Do meu pai é que não sei. Sabe qual a origem da sua família? O meu pai era agricultor da fronteira, S.Pedro do Rio Seco, e depois seguiu a vida profissional de funcionário dos correiros. A mãe era de Tortosendo. O meu avô era comerciante e a família depois desenvolveu-se. Depois os meus tios, um é médio, outro é indústrial e as minhas tias casaram e seguiram a sua vida. Era uma família de Tortosendo muito conhecida. Tivemos uma reunião de família, juntaram-se mais de cem pessoas, Craveiros, isto foi em 1998 que nos juntamos todos. É que estamos todos espalhados por este Portugal porque o interior tem poucas possibilidades de vida. A Beira-Interior é pobre, e portanto, quem quer fazer alguma coisa na vida acaba por ir embora. É por isso estamos espalhados por Portugal fora, e mesmo aqui em Braga, na Universidade do Minho, tenho primos que vieram para aqui, para professores. E sabe qual a origem do seu avô que era comerciante? O meu avô era comerciante de Tortosendo, da parte da minha mãe, que era o que eu conhecia. Da parte do meu pai eram agricultores. Da parte do meu pai desapareceu a família toda, foi para o Brasil e para a Argentina e nunca mais tive notícias deles. Da parte da minha mãe esses são de Tortosendo e continuam lá. Que recordações é que tem desse avô materno? Olhe uma maravilha. O meu avô era muito meu amigo. Um dia deu-me uma bofetada e depois quase que me pediu perdão e eu fiquei -"Não! O avô teve razão em dar-me a bofetada!". Porque toda a minha formação vem da família da minha mãe, porque a família do meu pai, como digo, estava longe, e foram para o Brasil e desde aí nunca mais os vi. Ao passo que, da minha mãe conheci toda a família e foi na família Craveiro, no fundo, que eu nasci e desenvolvi como criança. Como descreve esse seu avô? Um homem empreendedor, muitas simpatias à volta dele. Era um homem que sabia conviver, não tinha inimigos, eram todos muito amigos dele e por isso, quase todos os que vinham para a Covilhã, daquela região, paravam na loja dele para conversar um pedaço e depois é que seguiam para a Covilhã. É uma coisa interessante. E o pai dele tinha umas ligações entre Coimbra e Covilhã, que era a ligação que faziam em "galeras", carros de comércio, entre Coimbra e Covilhã. E creio que o meu bisavô, que eu conheci, da parte do meu pai, que veio para Tortosendo para fugir à vida militar. Tortosendo tinha o privilégio das tábuas vermelhas, que é daqui de Guimarães, e as terras que tinham as tábuas vermelhas estavam dispensados do serviço militar. E então, ele veio de Lisboa para ali e ali se fixou para não ir para a vida militar. Isto já nos princípios do séc.XIX. Velhinho, mas ainda passeei com ele, devia ter uns 3 ou 4 anos. E é o que eu conheço da minha família.
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HAREM-765-05370
Quantos irmão tem? São dois. Um é como eu, também se fez sacerdote, mais tarde, entrou mais tarde do que eu, mas é mais velho e trabalhou aqui em Braga, na Faculdade de Filosofia e depois passou para Coimbra e lá faleceu. A minha irmã ainda vive, está casada, foi professora primária. Está reformada agora. É mais nova que eu e é doméstica, uma vez que acabou a sua vida profissional está na reforma. Tem recordações da casa onde passou a infância? Lembro-me. Onde eu me conheci foi em Tortosendo, onde o meu pai era chefe dos correios e os funcionários viviam, naquele tempo, na casa onde estavam os correios. E no quintal, foi aí que me reconheci pela primeira vez. Tenho algumas recordações daquele tempo, de brincadeiras com o meu irmão. Lembro-me muito bem que eu gostava muito de rebolar pelas escadas abaixo, para ver todo à volta. E depois mudamos para Linhais da Serra e lembro-me da primeira desobediência da minha vida porque eu andava num triciclo na estrada. Naquele tempo não havia automóveis, podíamos andar pela estrada. O que havia eram carros de bois não eram perigosos. E então, o meu pai disse-me:"Está bem, podes andar aqui na estrada, mas não podes ir para ali para diante." Eu lembro-me de lá passar para diante porque vinha meu tio de Tortosendo e disse que me trazia lá um presente para mim, e eu fui pela estrada fora. Quem me valeu foram uns homens de carro-de-bois que viram um menino de triciclo e ao cair do dia. -"Estou à espera do meu tio!" E eles disseram: " Não. Tu sabes lá se o teu tio vem." E obrigaram-me a entrar no carro-de-bois. Cheguei a casa, o meu pai deu-me uma sova, era o que eu merecia. É o que eu me lembro daqueles tempos de meninice. E como era essa primeira casa dos correios? Era normal porque tinha a parte que pertencia à parte que pertencia à parte dos Correios e depois era uma casa em que cada um tinha o seu quarto e tinha um quintal, que era onde eu brincava. Ficava mesmo no centro da povoação, que era no Bairro da Amoreira, tinha uma grande amoreira que hoje não existe. E a casa, a última vez que a vi, estava já a cair, toda esburacada. Quem morava na casa? Nós a família, o meu pai, a minha mãe e os filhos. Nessa altura os seus irmãos já eram nascidos? Não. O meu irmão nasceu em Tortosendo comigo, a minha irmã nasceu depois quando mudamos para Linhais da Serra, tinha uns 4 anos ou coisa assim, quando mudamos para Linhais da Serra e depois de lá viemos para a Covilhã. Como eram divididas as tarefas lá em casa? A minha mãe é que trabalhava em casa, era doméstica e nós estudávamos, íamos às aulas. Eu comecei a ir às aulas aos 6 anos. E lembro-me muito bem, na Covilhã, ia sozinho para a escola. Agora vão sempre de automóvel buscar as crianças porque é perigoso por causa dos automóveis. Naquele tempo não havia perigo nenhum. Ia a pé por lá cima. As aulas começavam às 10h eu saía às 9h30 de casa para chegar a tempo. Ia sozinho não havia, era uma coisa que me espantava, perigos na rua. Hoje na cidade, uma criança de 6 anos atravessar a rua é sempre perigoso. Ainda me lembro do primeiro automóvel que entrou na minha terra, essa ideia ficou-me, seria o primeiro, porque de facto eram os carros-de-bois, de cavalos, era o que havia, que não eram realmente perigosos para uma criança. Quais são os momentos mais marcantes da sua família? Olhe, o que eu tenho mais recordações da família era umas reuniões de família: os meus tios tocavam a pianola, que naquele tempo era a pianola, mas também sabiam tocar violino e outros instrumentos, e cantavam também. Lembro-me muito bem desses serões. E de vez em quando a família também saía um dia inteiro e a noite passava-a fora naquelas regiões à volta. Tenho recordações desse tempo. E devem-me ter marcado essas reuniões. Porquê? Porque essa convivência para as crianças, em que todos se entendem, cantam, contam casos. Ainda me lembro de o meu tio querer-me ensinar a aprender a dançar, mas não foi capaz.Tinha eu 7 anos. Essas brincadeiras, que eu convivia marcaram-me para sempre. Gostava da família porque realmente as famílias, naquele tempo, eram muito unidas porque não estavam dispersas como hoje, nem as mães estavam no emprego, portanto estavam em casa, e isto dava à família uma convivência neste caso muito rica, de interesse uns pelos outros, quando alguém ia bem todos se alegravam com isso, quando alguém sofria, pois todos sofriam com ele. Esta convivência que hoje é difícil existir numa família. Era uma família grande, os meus tios eram seis ou sete. Como era o quotidiano em sua casa? O meu pai saía para o trabalho, até me lembro muito bem que tínhamos que jantar mais cedo porque ele tinha que ir para o trabalho, muitas vezes até de noite. E tínhamos sempre que adaptar a hora de comer e de jantar precisamente por causa do meu pai. E a que horas se levantava pela manhã? Geralmente levantava-me pelas 8h, o meu pai era um pouco mais cedo, comia e punha-me a caminho para estar às 10h na aula. Depois vinha almoçar a casa e às 2h tínhamos a segunda aula até às 4h. Às 4h vinha para casa para brincar com os meus amigos. O meu pai não gostava muito que eu viesse para casa. Depois houve uns tempos que eu pertencia aos escuteiros. Os escuteiros foi uma animação que me marcou muito. Os escuteiros eram uma união que a gente ia a acampamentos, tinha as suas leis determinadas de juramento, relação a colegas e cumprimento do dever. Era uma coisa interessante e que nos prendia bastante. Atravessamos a cidade em formatura, nós gostávamos muito daquilo naquele tempo. Mas marcou-me muito a questão dos escuteiros. Não passei de lobito porque na minha terra eu saí de lá aos 12 anos, e até aí eram lobitos, depois eram lobos e depois velhos lobos, era a categoria dos escuteiros. O meu irmão, esse sim foi velho lobo e até chegou a fundar um núcleo dos escuteiros em Tortosendo. Como se chamava a escola? A escola primária. Estava uma professora que nos dava as primeiras letras e depois passávamos para o professor para estudar para o exame. Todos gostávamos de passar para o professor, que era maravilhoso. Ainda havia a palmatória. Eu apanhei uma vez, mas realmente era bastante justo e a gente não levava a mal. Hoje seria impossível e inconcebível isso. Mas de facto preparávamo-nos muito bem. Eu devo-lhe dizer que a melhor nota da minha vida foi na instrução primária, tive um 20. Nunca mais consegui ter um 20 na minha vida. Nunca tive reprovações porque sempre procurei preparar os exames. E depois como eu gostei muito, ao princípio, de Literatura e Filosofia, são matérias que me entusiasmavam. Eu tive uma infância um pouco doente, por causa da vesícula, fiz uma operação. Foi o que me valeu. Depois dessa operação o médico dizia que eu não chegava aos 60 anos e ando 88. Foi uma operação que fiz, que me tiraram uma pedra da vesícula que podia gerar em cancro porque já estava em ferida, felizmente não chegou a tanto. E portanto, passava muito tempo em casa, depois vim aqui para Braga em 1934. E não podia sair muito e felizmente entusiasmei-me pelos livros, Antero de Quental e outros autores que eu gostei muito, e ainda hoje gosto, e de facto essa parte que me marcou. Depois quando me libertei da doença foi outra coisa. Qual é a lembrança mais forte que tem da escola primária? É o professor. A escola chamava-se no Lar da Cabrada. Na altura tinha ideia que era muito grande, depois voltei lá e era muito pequenina e agora já nem existe, que até casas lá construiram. O que mais gostava no professor? Conseguia explicar claro entusiasmando-se. Ainda me lembro do primeiro texto que eu estive a ler. Era sobre a Primavera e o meu pai muito admirado. Eu gostava porque ele consegui-me entusiasmar a ver o que estava ali escrito. E portanto eu estava ligando palavra por palavra, depois lia a segunda, depois lia segunda e a primeira, depois ia lendo. E o primeiro texto que eu li demorou 2 horas, segundo diz o meu pai. Porque ele cnseguia-nos meter entusiasmo nesse trabalho de saber o que estava escrito, o que é que isso representa, as contas. De maneira, que eu depois no ensino secundário não tive dificuldade nenhuma. Fui seguindo. Ainda agora disse, numa entrevista aqui há dias, que uma das vantagens que eu tive na minha formação foi ter um bom professor de instrução primária. Porque quando as coisas começam bem é fácil continuar, mas quando começam mal, depois endireitar. Quando os fundamentos de uma casa são bons, a casa aguenta-se, quando são maus é difícil construir uma casa. E realmente nisso devo muito ao meu professor de instrução primária. Tive sorte. E lembra-se porque apanhou a primeira reguada? Olhe não sei porquê. Foi a professora que me mandou lá. A professora não tinha muita simpatia entre os alunos, lá houve qualquer coisa que eu terei falado, e mandou-me lá. O professor riu-se e deu-me devagarinho só para dizer que dava. Em casa quem é que tinha mais autoridade? O pai tinha autoridade ou julgava que tinha porque as mães têm muito jeito para ter autoridade. Agora quando ela dizia:"Olha que eu digo ao teu pai.", "Ai não. Se quer-me bater, bata-me a mãe." O meu pai era um homem de muito ardor que fez a sua vida. Veio lá de uma aldeiazinha e a vida foi a pulso, portanto era ditador, e às vezes um pouco violento em certas coisas. A minha mãe era muito equilibrada e eu aprendi muito com a minha mãe. Os homens levam-se melhor com delicadeza e atenção do que com empurrões. E isso a minha mãe sabia usar e a gente aprende com essas coisas. Aprende para a vida inteira. Relacionava-se melhor com a sua mãe ou com o seu pai? Os dois, mas com a minha mãe nesse ponto entendia-me melhor. A minha mãe sabia escutar, compreender, acompanhava-me muito nos sucessos e nos fracassos e ajuda-me muito nesse aspecto. Com descreve a sua mãe? Eu fisicamente não me lembro muito bem da minha mãe, era mais a maneira de ser, isso é que me ficou de minha mãe. E digo-lhe que depois eu fui reitor, tive esses cargos todos, e quem me marcou para a vida toda foi a minha mãe nesse aspecto: saber aceitar as pessoas, ser amigo das pessoas. Há vários casos na minha vida que me têm acontecido e que sempre procurei resolver de maneira humana, o que nem sempre se consegue porque há gente amargurada que é muito difícil tratar com elas. De facto procurei sempre respeitar as pessoas com quem tratrei e pôr-me sempre do lado delas, porque se nós queremos impor a nossa visão, o nosso ponto de vista, temos que procurar compreender a perspectiva das outras pessoas e ver nesse ponto qual é a melhor solução.
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HAREM-367-06201
A REVISTA SÃO PAULO EM PERSPECTIVA, da Fundacao Seade, Estado de Sao Paulo, acaba de lancar seu ultimo numero (v+12 ,n 4) dedicado à Comunicacai e informacao. Nas palavras de seu editor Miguel Chaia "Neste número, São Paulo em Perspectiva traz artigos que discutem e refletem a natureza da comunicação e, particularmente da informação, numa situação na qual avançam rapidamente as conquistas tecnológicas da informática e acentuam-se os efeitos dos meios de comunicação de massa. Simultaneamente, continuam a funcionar de forma significativa instituições acadêmicas, de pesquisa ou técnicas que buscam produzir e disseminar conhecimento voltado ao desenvolvimento das ciências sociais, à continuidade de pesquisas e ao subsídio a debates e programas públicos, propiciando maior racionalização às intervenções na realidade social. Considerando estas duas tendências, os textos apresentados analisam as características de uma sociedade globalizada que se fundamenta na mídia eletrônica, na velocidade da comunicação e na heterogeneidade da produção, troca e consumo da informação. Tal processo torna-se cada vez mais sofisticado, exigindo avançados serviços e aparelhagens tecnológicas, novas relações entre emissão e recepção de mensagens e, também, novas formas de produção de conhecimento. Nesta situação, os sujeitos devem estar preparados para a inserção em inéditos processos cognitivos, tanto aqueles que são profissionais da área da comunicação, quanto os usuários dos serviços oferecidos. O Conteudo da Revista pode ser oservado a partir do seu sumario: SUMÁRIO COMUNICAÇÃO &amp; INFORMAÇÃO: O Rumor do Conhecimento Aldo de Albuquerque Barreto Gestão e Tratamento da Informação na Sociedade Tecnológica Othon Jambeiro Comunicação,MídiaeCultura Norval Baitello Junior Muito Além da lnformação: mídia ,cidadania e o dilema democrático Mauro P+ Porto Sociedade da Informação, Comunicações e Democracia Venício A+ de Linia O Mal-Estar Brasileiro na Sociedade de Informação Ana Malin Desmidiatizar o Pensamento: economia das representações e subdesenvolvimento informacional Margaretihe Born Steinberger O Imaginário da Cibercultura André Lemos Fontes Eletrônicas de Informação: novas formas de comunicação e de produção do conhecimento Solange Puntel Mostafa / Marisa Terra Comunicação da Ciência Isaac Epstein Informação e Sociedade: novos parâmetros teórico-práticos de gestão e transferência informacional Regina Maria Marteleto Sociedade Civil, Estado e Terceiro Setor Maria do Carmo Brant de Carvalho A Coordenação, a Argumentação e a Comunicação das Estatísticas: vértices de um mesmo triângulo Nelson de Castro Senra A Arquitetura de Sistemas de Informações Estatísticas na Internet Marilda Lopes Ginez de Lara As Novas e Velhas Demandas por Informação Estatística Paulo de Martino Jannuzzi O Sistema Bancário e o Aparecimento da Moeda Eletrônica Maria Cristina Penido de Freitas A Revista pode ser obtida atraves da Internet no site da Fundação SEADE: ou pelo email : com Cleide ou Tania, Tel.011-2241654. O artigo que tenho na Revista eh fruto de pesquisa em dase de finalização, financiada pelo CNPq e que trata de: Informacao e conhecimento, pois a informação modificou o seu status na academia quando o seu destino se vinculou ao conhecimento, como fato cognitivo do sujeito e ao desenvolvimento como decorrência social natural da acumulação deste conhecimento. A essência do fenômeno da informação passou a ser esta condição de intencionalidade em gerar conhecimento no indivíduo e em sua realidade. As modificações na esfera de influência da informação não foram acompanhadas de uma explanação teórica em que, possíveis evidências do processo de transformação: informacao-conhecimento, fossem esclarecidos. Esta e outras condições específicas da manifestação da informação como participante deste processo são estudadas neste artigo. Assim, dividimos o artigo em duas partes: a primeira procura mostrar as possíveis evidências conceituais da existência da relação informação e conhecimento; e a segunda pretende apresentar os resultados iniciais de pesquisa ainda em andamento, onde se procura qualificar os mecanismos de elaboração do pensamento nesta relação de transformação, com dados empíricos paratrês áreas do conhecimento ou comunidades lingüísticas ou grupos informacionais diferenciados: a comunicação, a fisica e a ciencia da informação.
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HAREM-378-05667
Feira da Ciência, Tecnologia e Inovação Exponor [mailing@milenar.pt] LA FERIA DE CIENCIA 2001 Exponor - Feira Internacional do Porto Tecnologia e Inovação! Visionarium CESAE A EXPONOR - Feira Internacional do Porto organiza de 7 a 10 de Novembro de 2001, a 1ª edição da Feira da Ciência, Tecnologia e Inovação. Nos últimos anos, Portugal tem vindo a investir em infra-estruturas de natureza tecnológica e em recursos humanos qualificados, tendo em vista potenciar a função de interface com o mundo empresarial. Estes investimentos permitiram um desenvolvimento significativo do lado da «oferta» que deverá ser acompanhada por um envolvimento mais directo das empresas . Esta feira pretende abordar a Ciência, Tecnologia e Inovação|Ciência, Tecnologia e Inovação como instrumentos catalisadores para o desenvolvimento da economia, promoção da inovação e modernização empresarial. Permitirá, para além da apresentação de projectos e entidades, rentabilizar todo o potencial de investigação e desenvolvimento orientados estrategicamente para um apoio efectivo às empresas. Em simultâneo com a Feira da Ciência, Tecnologia e Inovação terão lugar as seguintes feiras: · Subcontrata - Feira Internacional de Subcontratação. · Intermáquina - Feira Internacional de Máquinas para a Indústria de Rochas Ornamentais, Cerâmicas e Vidro. · Jornadas de Inovação - Organizado pela Agência de Inovação. Todo este conjunto de iniciativas pretende, para além de preencher uma lacuna existente, evidenciar tudo o que de bem se faz em Portugal ao nível da Ciência, Tecnologia e Inovação|Ciência, Tecnologia e Inovação, contando com a presença de numerosas entidades e empresas. Por forma a garantir o sucesso da Feira realizar-se-ão paralelamente actividades tais como seminários temáticos e uma mostra de robótica. Não perca este evento. AEP Exponor - info@exponor.pt Copyright® 2001 Esta mensagem foi enviada por: O seu e-mail :diana.santos@informatics.sintef.no e o seu ID :30168 Altere o seu e-mail. Recomende esta mensagem a um amigo. Remova o seu e-mail.
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HAREM-299-08986
IX AMOR As cortinas da janela cerraram-se; Cecília tinha-se deitado. Junto da inocente menina adormecida na isenção de sua alma pura de virgem, velavam três sentimentos profundos, palpitavam três corações bem diferentes. Em Loredano, o aventureiro de baixa extração, esse sentimento era um desejo ardente, uma sede de gozo, uma febre que lhe requeimava o sangue; o instinto brutal dessa natureza vigorosa era ainda aumentado pela impossibilidade moral que a sua condição criava, pela barreira que se elevava entre ele, pobre colono, e a filha de D. Antônio de Mariz, rico fidalgo de solar e brasão. Para destruir esta barreira e igualar as posições, seria necessário um acontecimento extraordinário, um fato que alterasse completamente as leis da sociedade naquele tempo mais rigorosas do que hoje; era preciso uma dessas situações em face das quais os indivíduos, qualquer que seja a sua hierarquia, nobres e párias, nivelam-se; e descem ou sobem à condição de homens. O aventureiro compreendia isto; talvez que o seu espírito italiano já tivesse sondado o alcance dessa idéia; em todo o caso o que afirmamos é que ele esperava, e esperando vigiava o seu tesouro com um zelo e uma constância a toda a prova; os vinte dias que passara no Rio de Janeiro tinham sido verdadeiro suplício. Em Álvaro, cavalheiro delicado e cortês, o sentimento era uma afeição nobre e pura, cheia de graciosa timidez que perfuma as primeiras flores do coração, e do entusiasmo cavalheiresco que tanta poesia dava aos amores daquele tempo de crença e lealdade. Sentir-se perto de Cecília vê-la e trocar alguma palavra a custo balbuciada; corarem ambos sem saberem por quê, e fugirem desejando encontrar-se; era toda a história desse afeto inocente, que se entregava descuidosamente ao futuro, librando-se nas asas da esperança. Nesta noite Álvaro ia dar um passo que na sua habitual timidez, ele comparava quase com um pedido formal de casamento; tinha resolvido fazer a moça aceitar, malgrado seu, o mimo que recusara, deitando-o na sua janela; esperava que encontrando-o no dia seguinte, Cecília lhe perdoaria o seu ardimento, e conservaria a sua prenda. Em Peri o sentimento era um culto, espécie de idolatria fanática, na qual não entrava um só pensamento de egoísmo; amava Cecília não para sentir um prazer ou ter uma satisfação, mas para dedicar-se inteiramente a ela, para cumprir o menor dos seus desejos, para evitar que a moça tivesse um pensamento que não fosse imediatamente uma realidade. Ao contrário dos outros ele não estava ali, nem por um ciúme inquieto, nem por uma esperança risonha; arrostava a morte unicamente para ver se Cecília estava contente, feliz e alegre; se não desejava alguma coisa que ele adivinharia no seu rosto, e iria buscar nessa mesma noite, nesse mesmo instante. Assim o amor se transformava tão completamente nessas organizações, que apresentava três sentimentos bem distintos; um era uma loucura, o outro uma paixão, o último uma religião. Loredano desejava; Álvaro amava; Peri adorava. O aventureiro daria a vida para gozar; o cavalheiro arrostaria a morte para merecer um olhar; o selvagem se mataria, se preciso fosse, só para fazer Cecília sorrir. Entretanto nenhum desses três homens podia tocar a janela da moça, sem correr um risco iminente; e isto pela posição em que se achava o quarto de Cecília. Embora o alicerce e a parede corressem a uma braça de distancia da ribanceira, D. Antônio de Mariz para defender esta parte do edifício tinha feito construir um respaldo que se abaixava da precinta das janelas até à beira da esplanada; era impossível pois caminhar sobre este plano inclinado, cuja face lisa e polida não oferecia nenhuma adesão ao pé o mais firme e o mais seguro. Abaixo da janela abria-se a rocha cortada a pique e formava um valado profundo, coberto por um dossel verde de trepadeiras e cipós que servia de habitação a todos esses répteis de mil formas que pululam na sombra e na umidade. Assim o homem que se precipitasse do alto da esplanada nessa fenda larga e funda, se por um milagre não se espedaçasse nas pontas da rocha, seria devorado em um momento pelas cobras e insetos venenosos que enchiam essas grotas e alcantis. Havia alguns instantes que a cortina da janela se tinha cerrado; apenas uma luz vaga e mortiça desenhava na folhagem verde-negro do óleo o quadro da janela. O italiano que tinha os olhos fitos nesse reflexo como em um espelho, onde revia todas as imagens de sua louca paixão, estremeceu de repente. Na claridade debuxava-se uma sombra móbil; um homem se aproximava da janela. Pálido, com os olhos ardentes e os dentes cerrados, pendido sobre o precipício, seguia as menores evoluções da sombra. Viu um braço que se estendia para a janela, e a mão que deixava no parapeito um objeto qualquer, mas tão pequeno que não se percebia a forma. Pela manga larga do gibão, ou antes pelo instinto, o italiano adivinhou que este braço pertencia a Álvaro; e compreendeu o que esta mão havia deitado na janela. E não se enganava. Álvaro, segurando-se a uma estaca do jardim e pondo um pé sobre o respaldo, coseu o corpo à parede; inclinando conseguiu realizar o seu intento. Depois voltou partilhado entre o temor da ação que praticara, e a esperança de que Cecília lhe perdoaria. Loredano apenas viu desaparecer a sombra, e ouviu os ecos dos passos do moço, que se repercutiam surdamente no fundo do precipício, sorriu. Sua pupila fulva brilhou na treva, como os olhos da irara. Tirou a sua adaga e cravou-a na parede tão longe quanto lhe permitiu a curva que o braço era obrigado a fazer para abarcar o ângulo. Suspendendo-se então a este fraco apoio pôde galgar o respaldo e aproximar-se da janela; à menor indecisão, ao menor movimento, bastava que o pé lhe faltasse, ou que o punhal vacilasse no cimento, para precipitar-se com a cabeça sobre as pedras. Enquanto isto se passava, Peri sentado tranqüilamente no galho do óleo, e escondido pela folhagem, assistia imóvel a toda esta cena. Logo que Cecília cerrou as cortinas da janela, o índio vira os dois homens que colocados à direita e a esquerda pareciam esperar. Esperou também, curioso de saber o que se ia passar, mas resolvido, se fosse preciso, a lançar-se de um pulo sobre aquele que ousasse fazer a menor violência, e a caírem ambos do alto da esplanada. Tinha reconhecido Álvaro e Loredano; desde muito tempo que conhecia o amor do cavalheiro por Cecília; mas sobre o italiano nunca tivera a menor suspeita. O que podiam querer estes dois homens? Que vinham eles fazer ali àquela hora silenciosa da noite? O movimento de Álvaro explicou-lhe parte do enigma; o de Loredano ia fazer-lhe compreender o resto. Com efeito, o italiano que se aproximara da janela, conseguiu com um esforço fazer cair o objeto, que Álvaro ai tinha deixado, no fundo do precipício. isto voltou do mesmo modo, e retirou-se retirou-se o prazer dessa vingança simples, mas cujo alcance ele previa. Peri não se moveu. Tinha compreendido com a sua sagacidade natural o amor de um e o ciúme do outro; e formulou na sua inteligência selvagem e na sua adoração fanática um pensamento, que para ele era muito simples. Se Cecília julgasse que isto devia ser assim, pouco lhe importava o mais; porém, se o que tinha visto lhe causasse uma sombra de tristeza, e empanasse um momento o brilho de seus olhos azuis, então era diferente. O índio sacrificaria tudo, antes do que consentir que um pesar anuviasse o rostinho faceiro de sua bela senhora. Assim, tranqüilizado por esta idéia, ganhou a cabana, e dormiu sonhando que a lua lhe mandava um raio de sua luz branca e acetinada para dizer-lhe que protegesse sua filha na terra. E com efeito, a lua se elevava sobre a cúpula das árvores, e iluminava a fachada do edifício. Então quem se aproximasse de uma das janelas que ficavam na extrema do jardim, veria na penumbra do portal um vulto imóvel. Era Isabel que velava pensativa, enxugando de vez em quando uma lágrima que desfiava-lhe pela face. Pensava no seu amor infeliz, na solidão de sua alma, tão erma de recordações doces, de esperanças queridas. Toda essa tarde fora um martírio para ela; vira Álvaro falar a Cecília, adivinhara quase as suas palavras. Há poucos momentos tinha percebido a sombra do moço que atravessara a esplanada, e sabia que não era por sua causa que ele passava. De vez em quando seus lábios tremiam e deixavam escaparem-se algumas palavras imperceptíveis: Se eu quisesse! Tirava do seio uma redoma de ouro, sob cuja tampa de cristal se via um anel de cabelos que se enroscava no estreito aro de metal. O que havia dentro desta redoma, de tão poderoso, de tão forte, que justificasse aquela exclamação, e o olhar brilhante que iluminava a pupila negra de Isabel? Seria um segredo, um desses segredos terríveis que mudam de repente a face das coisas, e fazem surgir o passado para esmagar o presente? Seria algum tesouro inestimável e fabuloso, a cuja sedução a natureza humana não devia resistir? Seria uma arma poderosa e invencível, contra a qual não houvesse defesa possível senão em um milagre da Providência? Era o pó sutil do curare, o veneno terrível dos selvagens. Isabel colou os lábios no cristal com uma espécie de delírio. Minha mãe!... minha mãe!.. Um soluço rompeu-lhe o seio. Próximo Capítulo
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HAREM-36B-03802
O cão é um mamífero, sendo também um animal doméstico e comumente chamado de CACHORRO. É o mais antigo dos animais domesticados, com indícios de domesticação hÁ 12.000 ou 14.000 anos, entre os povos asiáticos. Como animal de temperamento relativamente dócil, o cão pode ser treinado para executar grande número de tarefas úteis ao homem, como cuidar de rebanhos, caçar, vigiar propriedades, guiar cegos e até puxar pequenos trenós. Ao longo dos séculos, selecionando os cães por suas aptidões, características físicas ou tipo de comportamento,o homem desenvoveu uma grande variedade de raças caninas, que atualmente são classificadas em diferentes categorias. De acordo com a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia), órgão filiado ao FCI (Fédération Cynologique Internationale), existem onze grupos de raças no Brasil. São eles: Grupo 1: Cães Pastorese Boiadeiros(Exceto Boiadeiros Suíços) Grupo 2: Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeirose Montanheses Suíçose raças assemelhadas Grupo 3: Terriers Grupo 4: Dachshunds Grupo 5: Spitze cães do tipo primitivo Grupo 6: Sabujos Farejadorese Raças Assemelhadas Grupo 7: Cães Apontadores Grupo 8: Cães D'água, Levantadores e Retrievers Grupo 9: Cães de Companhia Grupo 10: Lebréis de Pêlo Longo ou Franj Grupo 11: Raças não reconhecidas pela FCI, como American Pit Bull Terrier, Ovelheiro Gaúcho e o Bulldogue Americano, entre outros. A onça, ou jaguar, é um mamífero (Panthera onca), da ordem dos carnívoros, família dos felídeos, encontrado em todo o continente americano, dos EUA à Argentina e em todo o Brasil. Atinge até 1,80m do focinho à ponta da cauda, e 65 cm de altura. Noctívaga, a onça vive em matas, em geral próxima a rios, e preda animais como antas, preguiças e jacarés. A capivara é o maior entre os roedores do mundo. Ela pode ser encontrada em certas áreas da América Central e do Sul, próximas a rios e lagos. A capivara é uma excelente nadadora e inclusive possui pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e também usa a água como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água. Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são frequentemente capturadas e aprisionadas para criações em cativeiro ou para serem abatidas como carne de caça. Seu nome espanhol é Carpincho. Quando os missionários espanhóis encontraram a capivara no Brasil durante o século XVI, eles escreveram ao papa perguntando - aqui existe um animal com escamas mas que também é peludo, passa a maior parte do tempo na água mas ocasionalmente vem para terra; devemos classificá-lo como um peixe (e assim os índios podem continuar a comê-lo durante a Semana Santa)? Não havendo uma descricão clara do animal (e não querendo que os requerentes morressem de fome), o Papa concordou em declará-lo como peixe, e ainda hoje classificado assim. O Uacari-Branco (nome científico: Cacajau calvus) é um macaco encontrado originariamente na Amazônia brasileira.
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HAREM-69G-06024
Almeida Henriques, presidente da Associação Industrial da Região de Viseu (AIRV), é o novo rosto do Conselho Empresarial do Centro (CEC). Para o seu mandato até 2002 à frente deste órgão, o "patrão do centro" tem como objectivos tornar o CECnum lobby de pressão junto dos poderes regionais e poder central e apostar cada vez mais na Câmara da Indústria e do Comércio. Consciente de que as realidades empresariais dos seis distritos que constituem o CEC são diferentes, Almeida Henriques acredita que há pontos de convergência que têm que ser desenvolvidos por forma a tornar o sector empresarial da região cada vez mais forte, apostando igualmente na internacionalização Diário Regional de Viseu (DRV): Quais são os principais objectivos do Conselho Empresarial do Centro (CEC)? Almeida Henriques (A.H.): O CEC foi criado numa lógica de unir as associações da Região Centro, quer sejam industriais, quer sejam comerciais, quer sejam agrícolas. O primeiro objectivo foi basicamente juntar as associações para criar um lobby empresarial forte e mais consistente. Este foi o módulo que esteve na criação do CEC. DRV: O CEC está integrado nalguma estrutura nacional? A.H.: Não, não está. No fundo é uma união das associações da Região Centro. É um exemplo único a nível nacional. Há um muito parecido do Norte e outro no Alentejo, mas nada que se compare ao CEC em termos de estrutura organizacional e na representatividade. Hoje o CEC representa quase 40 associações dos seis distritos da Região Centro. DRV: E então porque é que não está filiado numa estrutura nacional? A.H.: Essa é uma discussão que neste momento está a correr internamente e que eu suscitei na minha candidatura: a necessidade de aumento do CEC e especialização dos sectores. Estamos a tentar encontrar aqui uma forma intermédia. Como não pertencemos ainda a nenhuma das confederações, pelo facto de sermos um órgão regional, numa reunião do executivo deliberámos que associações que temos dentro da Confederação do Comércio, dentro da Confederação do Turismo irão, para já, fazer a ponte entre os associados do CEC e as próprias confederações, nomeadamente através da busca de informação. Este é um tema mesmo actual em termos da remodelação interna que estamos a fazer. DRV: Como funciona o CEC? A.H.: Funciona como uma plataforma de entendimento. A sua principal vocação é criar um espaço de entendimento entre as próprias associações para aproveitamento de sinergias. Só que já funciona um bocado para além disso. Hoje o CEC tem uma estrutura devidamente organizada, tem alguns programas que desenvolve em rede com as associações e é também um facilitador de programas, isto é: as associações utilizam a capa do CEC para poderem mais facilmente reivindicar as suas pretensões. O CEC é o interlocutor natural junto da CCR para todas as associações da região centro, portanto junto do poder regional. Começa também a ser interlocutor natural junto do poder central. Funciona um bocado dentro desta plataforma de alguns serviços que presta, mas também de uma ligação que faz aos poderes regional e central. DRV: Esta ligação com o poder central é feita de que forma? A.H.: Em relação ao poder nacional é um espaço que estamos a conquistar aos poucos e no qual ainda temos que dar um salto bastante grande. O CEC tem que ser olhado como um parceiro social, não o é neste momento nem é reconhecido como tal. Neste âmbito das parcerias sociais, o próprio Governo deverá ter o cuidado de começar a solicitar ao CEC participação e nós podemos participar nas comissões especializadas e estar cada vez mais próximos das tomadas de decisão e afluir nessas mesmas decisões. Achamos que a Região Centro deverá ter um papel forte na tomada de decisões. DRV: Quais as propostas do CEC, durante este seu mandato, até 2002? A.H.: São três os pilares que apresentei para o meu mandato. O principal é desenvolver e implementar a característica do CEC enquanto lobby de pressão. Para tal, é preciso unir as forças do Centro e encontrar pontos de convergência DRV: E é fácil? A.H.: É obvio que não. A mensagem que eu tenho feito passar nas associações é que elas não são complementares no âmbito territorial, mas se desenvolvermos todos um trabalho concentrado, mais facilmente conseguiremos um desenvolvimento harmonioso do tecido empresarial, uma maior competitividade para as empresa e mais qualidade. DRV: Mas há diferenças entre, por exemplo, o tecido empresarial de Viseu e o de Aveiro. De que forma é que se poderá conciliar este desenvolvimento harmonioso? A.H.: Há indicadores que são comuns a todo o país. É evidente que os seis distritos da Região Centro são extremamente diversificados. Também estes distritos têm caracteristicas diferentes, mas há aspectos de convergência e temos desde logo que encontrar e procurar o que nos une, saber que os distritos têm muito em comum e que as associações aí têm uma função complementar umas das outras. É preciso não esquecer que haverá concerteza dossiers em que os distritos irão ser concorrentes entre si. O que nós pensamos é que o CEC pode ser uma plataforma de entendimento. Se o empresariado se conseguir pôr de acordo em relação a questões básicas mais facilmente poderemos influenciar, por exemplo, as decisões políticas. No fundo é o lobby de pressão. Inclusivamente vamos criar um conselho de presidentes para discutir determinadas matérias. Temos que criar o hábito de chamar os membros do Governo a virem ao Centro discutirem as questões. Por exemplo, e porque não, dizer ao ministro das Finanças para vir cá e discutir o Orçamento de Estado connosco e a Reforma Fiscal DRV: E quanto aos restantes pilares do mandato? A. H.: Um outro pilar prende-se com a Câmara do Comércio e Industria. O CEC foi reconhecido há dois anos como Câmara do Comércio e Industria. Já foi desenvolvendo algumas valências e ganhando alguma estrutura e do ponto de vista das relações transfronteiriças já se tem vindo a desenvolver alguns programas. A perspectiva para o futuro é desenvolver esta Câmara em três vertentes: internacionalização, ambiente e qualidade e ao mesmo tempo criar serviços. Isto é, queremos desenvolver um tribunal arbitral para a actividade empresarial dentro da Câmara, queremos apresentar junto do Governo um projecto de criação de um cartório de competências especializado que possa funcionar nestes seis distritos. Queremos que efectivamente a Câmara seja cada vez mais uma realidade e que a nossa dinâmica esteja à frente da própria regulamentação porque as câmaras estão legisladas mas não estão regulamentadas. As Câmaras deverão assumir responsabilidades que resultem de uma contratualização com o Estado porque há serviços que o Estado presta mal e que as Câmaras poderão prestar, permitindo ao tecido empresarial ser cada vez mais competitivo. A Câmara deve ser de facto uma estrutura forte. DRV: De que modo o tecido empresarial da região poderá chegar à internacionalização? A. H.: Muitas vezes procura-se dar a imagem de que a Região Centroé essencialmente agrícola e florestal. Mas o certo é que esta região hoje também já tem espaços de afirmação. É óbvio que a internacionalização tem que ser um objectivo prioritário. Temos aqui um manancial que se chamam relações transfronteiriças e da qual estamos ainda a tirar pouco partido. Temos que encontrar formas junto do ICEP de lançar para além fronteiras a internacionalização das nossa empresas, procurando as comunidades emigrantes para podermos investir, identificando os países da Europa onde seja mais fácil chegar, não esquecendo os PALOPS e o Brasil. DRV: Mas neste momento como é que se pode pensar em internacionalização se, por exemplo, ainda há muito para fazer no que diz respeito à fixação de empresas nesta zona? A. H.: Nós temos que queimar aqui as várias etapas. Se o CEC se quer afirmar e dar o salto qualitativo, no fundo é aumentar a percentagem do PIB, para o fazer crescer estas várias políticas têm que ser desenvolvidas em simultâneo. Se ficarmos à espera por determinados indicadores para dar o salto não o vamos conseguir. Agora é claro que vamos continuar a solicitar ao Governo medidas que visem fixar o investimento e que visem alguns distritos da região que sofrem com a desertificação. Temos que ter noção deste equilíbrio ao mesmo tempo que defendemos incentivos para cativar investimentos para Viseu, para a Guarda e Castelo Branco. Temos que ter uma visão global das coisas e procurar pontos de equilíbrio, desenvolvendo políticas simultâneas. DRV: Quantas empresas representa o CEC? A.H: Representa para cima de 30 mil empresas, dos mais variados sectores. Há um aspecto que está nos meu horizontes, digamos que todas as associações têm lugar no CEC, mesmo as que ainda não estão. Ainda recentemente aderiu a Associação Comercial de Aveiro. O CEC também tem algumas associações sectorias e nós vamos tentar incrementar a representatividade do sector agrícola, onde se inclui também os vinhos. Nem é tão relevante as empresas, o importante é que quanto mais associações tivermos mais representatividade terá o CEC. A maior parte das valências que criamos é para depois serem desenvolvidas em rede com as várias associações. E é precisamente este ponto que constitui o terceiro pilar daquilo que é o meu plano para o mandato e que é ao arrancar um conjunto de apoio às associações, dar lugar às associações mais pequenas criando programas que elas possam executar, designadamente de apoio às micro empresas, e promover a qualificação das próprias pequenas empresas. Ora, para tal, é necessário estar atento aos vários estadios da economia da região, procurando encontrar formas de ajudar essa mesma economia nos seus vários estratos a ser mais competitiva, aumentar a sua produtividade e procurar a sua internacionalização. DRV: Concordou com a remodelação feita nas pastas da Economia e das Finanças? A. H: Esta é uma opinião pessoal e não como presidente do CEC. Entendo que o Ministério da Economia deva ser o ministério das empresas e procurar fazer realmente um bom trabalho. Por outro lado, tem que estar atento às empresas públicas e exigir que não tenha que ser o Orçamento de Estado a suportar os défices que estas empresas têm. A economia tem que ser cada vez mais privatizada. A tendência natural é que todos os sectores da economia portuguesa estejam privatizados, podendo haver uma ou outra que possa continuar nas mãos do Estado. Hoje, o próprio Estado tem que encontrar mecanismos de poder executar as coisas de uma forma rápida, mas desde o acto de decisão até à concretização vai um grande tempo, perfeitamente desnecessário. O Estado tem é que avançar com a reforma administrativa. Nós sabemos que temos um excedente de pessoas e sabemos bem a forma de funcionamento. O Estado em vez de estar a tentar encontrar formas de ultrapassar as suas deficiencias, deverá começar pela privatização dos serviços. Esta mentalidade do Estado está a prejudicar a mentalidade empreendedora dos portugueses. As pessoas, hoje em dia, não pensam numa lógica de empreendurismo. Isto é um tipo de mentalidade que vai da própria forma como o Estado funciona. Não se pode exigir só aos empresários para serem competitivos num Estado que não funciona. DRV: Qual é o peso que a região de Viseu tem, a nível empresarial, no CEC. A. H.: Viseu tem duas realidades muito distintas: a Dão-Lafões e o Douro Sul. Se ligarmos aos dados da Dão-Lafões, Viseu deu um salto espantoso e hoje estará muito acima da média. Agora, os indicadores do Douro Sul são preocupantes porque não se tem apostado naquela zona. A falta de vias de comunicação e a falta de apostas noutras áreas faz com que a zona vá ficando para trás. Na AIRV (Associação Industrial da Região de Viseu) há algumas empresas do norte do distrito e é já uma das intenções estar mais perto das empresas daquela zona, estando prevista a abertura de uma delegação da AIRV naquela região, assim como na parte sul do distrito. DRV: E em termos de internacionalização das empresas da região de Viseu, como é que é ? E quais são os principais problemas com que se deparam? A. H.: Há bons exemplos de empresas da nossa região que estão no mercado espanhol de uma forma bem competitiva, por exemplo na área da cerâmica. O acto de internacionalizar é tanto encontrar parceiros do lado de lá e importar, como chegar lá e vender o nosso produto. Há um problema de qualificação de quadros e as pessoas hoje não podem procurar um emprego para a vida toda, tem que haver uma flexibilidade mental.
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HAREM-47H-07622
Navios de guerra portugueses e espanhóis em Leixões Uma força naval de quatro navios de guerra portugueses e espanhóis, com uma guarnição total de mais de 640 tripulantes, faz escala no Porto de Leixões a 06 e 07 de Fevereiro, disse ontem fonte da Zona Marítima do Norte. Os navios «Corte Real», «João Belo», «Andalucia» e «Berrio» têm entre 103 e 140 metros de comprimento e são comandados pelo capitão de mar e guerra Fernando José Ribeiro de Melo Gomes. A força naval, que estará aberta a visitas no dia 07, desloca-se ao Porto de Leixões no âmbito do exercício Contex 99.
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HAREM-391-05918
confrontos.Carlos Fontes Director: Carlos Fontes Século XXI A Nova Desordem Mundial : Os Sinais da Guerra EUA-Iraque Em breve: Século XX: Entre o Progresso e a Barbárie O Estado Alemão, durante o período nazi (1933-1945), pilhou sistematicamente os bens do judeus. Milhões deles foram mortos em campos de concentração, muitos pelo método a que chamavam "morte pelo trabalho": os presos eram obrigados a trabalharem até á morte. "Ouvi como o rabino de Varsóvia foi assassinado no Yom Kippur. Mandaram-no varrer a rua. Depois mandaram-no recolher o lixo no gorro de pele que trazia; quando se baixou, cravaram-lhe por três vezes uma baioneta nas costas. Continuou a trabalhar e morreu a trabalhar". De Notas do Gueto de Varsóvia, de Emmanuel Ringelblum, 26 de Abril de 1941. No século XX, às carnificinas da 1ª. Guerra Mundial (1914-1918), sucedeu-se o delírio exterminador dos nazis na Alemanha. Entre as suas vítimas, contaram-se 6 milhões de judeus europeus, ou seja, 40% da comunidade judaica mundial. Esta chacina é apenas a ponta de Iceberg de extermínios que tem varrido o mundo. Os motivos que alegadamente desencadearam estas carnificinas são os mais diversos: conflitos raciais, religiosos, étnicos ou políticos, etc. Qualquer coisa tem servido para justificar a morte do próximo, a sua exploração desenfreada, a pilhagem dos seus bens incluindo a anexação dos seus territórios. Grupo de jovens neonazis, na Alemanha actual, insultando um imigrante. Para nos contactar: carlos.fontes@megamail.pt
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HAREM-761-05722
O Brazão da Minha Família Olá! Sou o Diogo, tenho 16 anos e decidi criar esta página por mim, mas mais pela minha causa. Antes de falar da minha causa, vou tentar falar um pouco de mim: Nasci a 18 de Fevereiro de 1984. Moro no Porto e estudo no 11º ano(Economia).Pratico equitação(tornou-se a 5º máxima da minha vida), adoro história e não perco um bom documentário. Adoro cinema e prefiro filmes de Drama ou "Históricos"|Drama ou "Históricos". Deus, a Pátria, O Rei, a Família e a equitação são as máximas da minha vida e a minha causa incere-se na 2º e na 3º máxima. Sou contra o federaliamo Europeu (mas a favor da comunidade europeia das nações) e sou monárquico. Ao contrário do que muitos pensam não herdei a vontade de ser Monárquico|Monárquico, pois na minha família não há um único monárquico a não ser eu. Contudo sou descendente de família Nobre pelo lado da minha mãe, mas nem por isso a minha família se torna Monárquica|Monárquica. Com isto entende-se que para ser Monárquico|Monárquico basta preferir a Instituição Real em deterioração da Republicana, não é preciso pertencer a famílias aristocráticas(como muitos pensam e mal, aproveitando-se disso para nos criticar). Podia dizer muito mais á cerca de mim e da minha causa, mas como não percebo muito de internet, vou perquisar mais um pouco para ver como é a estrutura da página, mais tarde falo mais de mim e da minha causa. Com os melhores cumprimentos e Saudações Monárquicas: Diogo Costa V. T. Pereira
[ { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 64, "end": 69 }, { "label": "VALOR", "type": "QUANTIDADE", "start": 77, "end": 85 }, { "label": "TEMPO", "type": "DATA", "start": 236, "end": 259 }, { "label": "LOCAL", "type": "HUMANO", "start": 269, "end": 274 }, { "label": "VALOR", "type": "CLASSIFICACAO", "start": 287, "end": 290 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 295, "end": 303 }, { "label": "VALOR", "type": "CLASSIFICACAO", "start": 335, "end": 337 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 464, "end": 469 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "DISCIPLINA", "start": 474, "end": 484 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 501, "end": 505 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "IDEIA", "start": 509, "end": 515 }, { "label": "PESSOA", "type": "CARGO", "start": 519, "end": 522 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "IDEIA", "start": 526, "end": 533 }, { "label": "VALOR", "type": "CLASSIFICACAO", "start": 606, "end": 608 }, { "label": "VALOR", "type": "CLASSIFICACAO", "start": 614, "end": 616 }, { "label": "PESSOA", "type": "GRUPOMEMBRO", "start": 811, "end": 821 }, { "label": "PESSOA", "type": "GRUPOMEMBRO", "start": 1004, "end": 1014 }, { "label": "PESSOA", "type": "GRUPOMEMBRO", "start": 1060, "end": 1070 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "IDEIA", "start": 1088, "end": 1104 }, { "label": "ABSTRACCAO", "type": "IDEIA", "start": 1124, "end": 1135 }, { "label": "PESSOA", "type": "INDIVIDUAL", "start": 1560, "end": 1585 } ]
HAREM-381-04080
Isotexsa - Impermeabilização para a Construção Civil, Lda ::::::.. Última actualização: 09-01-2003 Nº de visitas: Localização | Contacto | Produtos | Obras | Técnica | Tempo Exclusividade em Portugal Uma empresa com força para investir neste novo produto. É o que comprova a entrevista da semana com o Gerente da Isotexsa, Fernando Domingues. Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Era uma vez ... Fundada e iniciada a actividade em 1971, foi uma das primeiras empresas a representar produtos da TEXSA Portuguesa, dando origem assim ao seu nome Isotexsa. Situada em Leiria, com um capital social de 7.481,97 euros, inicia o mercado do distrito de Santarém e posteriormente, Leiria e Coimbra. Poucos anos depois, passa a gastar produtos de outros fornecedores nacionais e internacionais onde alarga a sua actividade a todo o país. Em 1986, houve uma reestruturação da empresa e um dos sócios vende a sua quota. A Isotexsa fica com dois sócios e o capital social é aumentado para 49.879,79 euros. Em 1989, a empresa é adquirida pelos actuais sócios gerentes, Fernando Domingues, sua esposa Cremilde Domingues e filhos, aumentando o capital social para 124.699,48 euros. Hoje, a Isotexsa conta com 30 colaboradores especializados na aplicação e gestão da mesma. Tem como principal objectivo, a qualidade de vida nos edifícios, onde o morador é cada vez mais exigente e merecedor de toda a informação, por parte dos projectistas, promotores, instaladoras e construtores. Com o sector de mercado na Construção Civil, Obras Públicas, Condomínios e obras particulares, a Isotexsa comercializa e aplica os seus produtos, em todo o continente e arquipélagos. by - Netpage - Copyright © 2002 - Todos os direitos reservados
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HAREM-852-03914
.... Intelbras - Empresa .... "A organização tem como princípio que o bom resultado só será obtido através da satisfação e superação das necessidades dos clientes, da manutenção de um moral elevado dos colaboradores e do atendimento das expectativas dos acionistas. Foi assim, praticando esta verdadeira "política da qualidade", que a Intelbras alcançou a liderança no mercado nacional, também se destacando no cenário internacional com uma forte presença na América Latina. Intelbras é a marca do telefone no Brasil. E qualidade é a marca da Intelbras". 1976, um marco histórico da telefonia brasileira. Nascia a Intelbras. Desde o início o objetivo era audacioso: tornar-se a maior fabricante brasileira de centrais e aparelhos telefônicos. Para isso, a Intelbras direcionou sua atuação para a qualidade total de seus produtos. Em 1987, foi a primeira empresa a lançar uma Central tipo PABX|Central tipo PABX com tecnologia nacional. Durante muitos anos, a Intelbras foi a fornecedora de quase todos os programas de telefonia governamentais. Em 1990, lançou aparelhos telefônicos, terminais inteligentes (KS), micro centrais e pequenas centrais, além de peças e acessórios, direcionando sua atuação para a iniciativa privada. Em 1992, uma nova filosofia administrativa foi implantada, criando Programas de Qualidade e de Gestão Participativa, aumentando a produtividade e a competitividade no mercado. As exportações iniciaram em 1996, principalmente para os países da América Latina. Em 1996, o certificado ISO 9001 atestou seu nível de qualidade internacional. Hoje, o nome Intelbras é uma marca de qualidade e avanço tecnológico. Uma posição alcançada, passo a passo, numa longa história de sucesso. A Intelbras nasceu em 1976 com um desafio: ser uma das primeiras empresas brasileiras a atuar no mercado de telecomunicações. Um desafio plenamente superado, tanto que hoje já é a primeira em participação no mercado nacional. Com sede em São José, estado de Santa Catarina, cidade vizinha da turística capital Florianópolis, a Intelbras conta com uma área total de mais de 36 mil m², sendo 15 mil m² de área construída. Ali atuam mais de 600 funcionários, profissionais altamente treinados e especializados em produzir qualidade. Fábrica: São José - Santa Catarina - Brasil Intelbras S/A - Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira Rodovia BR 101, Km 212, Área Industrial 88.104-800 - São José - SC - Brasil Fones: Dpto. Comercial: (048) 281-9600 Dpto. Compras: (048) 281-9620 Dpto. Marketing: (48) 281 9595 Dpto. Técnico: (48) 281 9900 Fax: (048) 281-9505 CGC/ MF: 82.901.000/0001-27 Inscr. Estadual: 250.082.764
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HAREM-862-03412
Concurso Para Auditor Fiscal do INSS Já está pronta a minuta do edital do concurso para auditor fiscal do INSS, que oferecerá 150 vagas, prometidas pelo governo federal, conforme revelou o chefe de Divisão na Coordenação Geral do INSS, Maurílio Gonçalves Dias. O INSS aguarda apenas a autorização oficial, para dar início ao processo seletivo. No dia 30 de junho, a Comissão de Controle e Gestão Fiscal, do Ministério da Fazenda, publicou, no Diário Oficial, uma recomendação ao Ministério de Orçamento e Gestão, pela autorização para a abertura de concursos. No total, a oferta será de 3.728 vagas, em carreiras de nível superior, conforme promessa feita no dia 30 de maio. Uma fonte do INSS disse que é grande a possibilidade da Universidade de Brasília (UnB) organizar o seu concurso. A instituição é a mesma que coordenou o último processo seletivo do INSS, realizado em 1998. Para participar do concurso é necessário ter concluído curso superior em qualquer área. A remuneração é de R$2.409,66, podendo chegar a R$3.613, com a Gratificação de Desempenho por Atividade Tributária (GDAT), obtida em função do alcance das metas de arrecadação e dos resultados obtidos com a fiscalização. O diretor de Arrecadação Fiscal do INSS, Luiz Alberto Lazinho, acredita que o conteúdo programático das provas seguirá o modelo do último processo seletivo, realizado em 1998. "Os candidatos devem dar especial atenção a Contabilidade, Direito Tributário e Legislação Previdenciária", sugeriu Luiz Alberto Lazinho. Para aqueles que vão participar do processo seletivo, o professor de Direito Previdenciário Fábio Zambite dá uma dica importante: os candidatos devem estudar com bastante atenção o Decreto 3.048/99, que aprova o Regulamento da Previdência Social. "A Legislação é muito extensa. Ao invés de estudar as Leis de Custeio e de Benefícios, além do Regulamento da Previdência Social sugiro que o candidato estude diretamente o Decreto 3.048/99, que reproduz o que dizem essas leis. Assim, o candidato ganha tempo na hora de estudar", orienta. Outra sugestão do professor é que os concorrentes analisem com especial atenção a Lei 9.876/99, que introduz alterações na Previdência Social. "Uma dessas alterações diz respeito à mudança no cálculo das aposentadorias. Essa lei também cria o fator previdenciário, que certamente será uma das questões da prova", disse.
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HAREM-793-04789
Polémica em Vila do Conde PSD denuncia poluição A Comissão Política Concelhia do PSD de Vila do Conde divulgou recentemente um comunicado denunciando casos de poluição que assolam a freguesia de Ferreiró -- um bastião Socialista|Socialista -- e que, no entender dos sociais-democratas, retratam «exemplos de má gestão» da Câmara Municipal. O documento «laranja» acusa a edilidade de não ter realizado as obras de saneamento da Urbanização 25 de Abril, cujos detritos, diz o comunicado, estão a ser lançados «a céu aberto» para um arruamento vizinho. Referem ainda a existência de uma sucata no «centro de uma zona residencial, onde as águas dos poços correm riscos de contaminação». Finalmente, o PSD divulga que uma fábrica local, a Ferro-Têxtil, está a poluir o «ribeiro dos peixes», colocando em causa o seu aproveitamento para as regas dos terrenos agrícolas que circundam aquela área. Confrontado com as acusações sociais-democratas, Saraiva Dias, vereador substituto do presidente da autarquia, referiu ao PÚBLICO que o comunicado do PSD contém «um conjunto de atoardas, distantes da realidade». No entanto, o autarca reconhece que existem problemas na Urbanização 25 de Abril, que «a Câmara está a resolver, prevendo para breve a instalação dos contentores necessários». Quanto à sucata, o vereador lembra que «foi o Governo de Cavaco Silva|Governo de Cavaco Silva que legislou sobre essa matéria», permitindo a permanência das sucatas até Maio de 1996. De qualquer forma, a autarquia já comunicou aos proprietários que, após essa data, não irá permitir casos de poluição ambiental. Na mesma linha, o vereador lembra que a Ferro-Têxtil foi licenciada pelo Ministério da Indústria do Governo cessante, a quem deverá ser imputada a responsabilidade de eventuais problemas. Ao que o PÚBLICO apurou, a administração da empresa chegou recentemente a um acordo com a Direcção Regional do Ambiente para que os detritos sejam encaminhados para uma estação de tratamento de águas residuais a construir em Fradelos, no âmbito do projecto de despoluição do rio Ave. A.T.M.
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HAREM-554-05073
MONEY 1 O escritor Clive Cussler, autor das aventuras de Dirk Pitt, assinou um contrato de US$ 14 milhões com a Simon & Schuster para a publicação de dois livros.
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HAREM-556-01087
SISTEMA ADENIL-CICLÁSICO Um dos mecanismos de transdução mais frequentemente utilizado pelas hormonas hidrófilas e pelos neurotransmissores, é o sistema adenil-ciclásico, assim designado pelo facto de recorrer a uma enzima, a adenil-ciclase. Em termos gerais, pode-se decompor este mecanismo em 5 etapas: Uma molécula mensageira entra em contacto com um receptor e a ele se fixa especificamente; Nestas circunstâncias, a proteína receptora altera a sua conformação e adquire a propriedade de poder induzir a activação de várias ( n1 ) moléculas de adenil-ciclase (proteína intrínseca da membrana); A adenil-ciclase produz um mensageiro intracelular: a adenosina monofosfato cíclica (AMP cíclico ou AMPc), a partir da adenosina trifosfato ou ATP. Cada molécula de adenil-ciclase produz n2 AMPc. Cada AMPc activa, por sua vez, uma outra enzimas, uma proteína quinase AMPc dependente, cuja missão consiste em fosforilar certas proteínas da célula, isto é, transferir para elas um fosfato do ATP; Se a proteína fosforilada for uma enzimas, esta será activada e actuará de seguida sobre n3 outras moléculas X, transformando-as em outras tantas moléculas Y. No limite, uma só molécula mensageira induziu , sem penetrar na célula, a produção de n1xn2xn3 moléculas Y. Este mecanismo implicou a transdução do sinal externo num sinal interno (o AMPc) e a amplificação de sinal por uma cascata de activação enzimática. A cascata acima descrita compreende apenas duas enzimas. Em muitos casos concretos (ver glicogenólise), verifica-se a existência de um maior número de enzimas intermédios, o que se traduz naturalmente, por uma maior amplificação de sinal. No homem, por cada descarga de adrenalina atinge uma concentração de 10-9 M e daí resulta um aumento da concentração da glucose no sangue de 5.10-3. A amplificação de sinal hormonal pode ser estimada em 5.10-3/10-9 , isto é , em 5.106 vezes: 1 molécula de adrenalina desencadeia a libertação de 5 milhões de moléculas de glucose a partir do glicogénio armazenado no fígado.
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HAREM-697-00224
PROSSIGA: PORTAL COM UM MILHÃO DE VISITAS O Prossiga (http://www.prossiga.cnpq.br, programa do CNPq, direcionado para a informação e comunicação para a pesquisa, atingiu em março a marca de um milhão de visitas, desde o lançamento de suas primeiras páginas em 1997. Número que reafirma a posição do Prossiga como o conjunto de sites da área de ciência e tecnologia mais visitado de toda a Internet brasileira. Esta marca histórica é explicada principalmente pela qualidade das informações disponibilizadas nas milhares de páginas dos serviços do Prossiga, tanto no que diz respeito às informações propriamente ditas, como também ao tratamento apurado que elas recebem. Dessa forma, o Prossiga cumpre a função crucial de ser o portal especializado em serviços de informação e comunicação para a pesquisa no País. Para tal, o Prossiga desenvolveu um conjunto de metodologias de seleção, ordenação e classificação das informações relevantes para a pesquisa que estavam dispersas na Internet, facilitando dessa forma a busca, ao mesmo tempo que cria condições favoráveis ao surgimento de comunidades virtuais de pesquisadores através dos seus vários serviços de comunicação. Este número de um milhão de visitas é um indicador bastante expressivo de que o Prossiga desempenha um importante papel para a ciência e a tecnologia que vêm sendo desenvolvidas no País. Visite o DataGrama Zero a Revista Eletrônica de Ciência da Informação ou
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HAREM-858-09691
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HAREM-859-03643
IX O sono da manhã pousava nos olhos do Pajé como névoas de bonança pairam ao romper do dia sobre as profundas cavernas da montanha. ' Martim parou indeciso; mas o rumor de seu passo penetrou no ouvido do ancião, e abalou seu corpo decrépito. - Araquém dorme! murmurou o guerreiro devolvendo o passo. O velho ficou imóvel: - O Pajé dorme porque já Tupã voltou o rosto para a terra e a luz correu os maus espíritos da treva. Mas o sono é leve nos olhos de Araquém, como o fumo do sapé no cocuruto da serra. Se o estrangeiro veio para o Pajé, fale; seu ouvido escuta. - O estrangeiro veio, para te anunciar que parte. - O hóspede é senhor na cabana de Araquém; todos os caminhos estão abertos para ele. Tupã o leve à taba dos seus. Vieram Caubi e Iracema: - Caubi voltou: disse o guerreiro tabajara. Traz a Araquém o melhor de sua caça. - O guerreiro Caubi é um grande caçador de montes e florestas. Os olhos de seu pai gostam de vê-lo. O velho abriu as pálpebras e cerrou-as logo: - Filha de Araquém, escolhe para teu hóspede o presente da volta e prepara o moquém da viagem. Se o estrangeiro precisa de guia, o guerreiro Caubi, senhor do caminho , O acompanhará. O sono voltou aos olhos do Pajé. Enquanto Caubi pendurava no fumeiro as peças de caça, Iracema colheu a sua alva rede de algodão com franjas de penas, e acomodou-a dentro do uru de palha trançada. Martim esperava na porta da cabana. A virgem veio a ele: - Guerreiro, que levas o sono de meus olhos, leva a minha rede também. Quando nela dormites, falem em tua alma os sonhos de Iracema. - Tua rede, virgem dos tabajaras, será minha companheira no deserto: venha embora o vento frio da noite, ela guardará para o estrangeiro o calor e o perfume do seio de Iracema. Caubi saiu para ir à sua cabana, que ainda não tinha visto depois da volta. Iracema foi preparar o moquém da viagem. Ficaram sós na cabana o Pajé que ressonava, e o mancebo com sua tristeza. O sol, transmontando, já começava a declinar para o ocidente, quando o irmão de Iracema tornou da grande taba. - O dia vai ficar triste , disse Caubi. A sombra caminha para a noite. É tempo de partir. A virgem pousou a mão de leve no punho da rede de Araquém. - Ele vai! murmuraram os lábios trêmulos. O Pajé levantou-se em pé no meio da cabana e acendeu o cachimbo. Ele e o mancebo trocaram a fumaça da despedida. - Bem-ido seja o hóspede, como foi bem-vindo à cabana de Araquém. O velho andou até à porta para soltar ao vento uma espessa baforada de tabaco; quando o fumo se dissipou no ar, ele murmurou: - Jurupari se esconda para deixar passar o hóspede do Pajé. Araquém voltou à rede e dormiu de novo. O mancebo tomou as armas que chegando, suspendera às varas da cabana, e dispôs-se a partir. Adiante seguiu Caubi; a alguma distancia o estrangeiro; logo após, Iracema. Desceram a colina e entraram na mata sombria. O sabiá do sertão, mavioso cantor da tarde, escondido nas moitas espessas da ubaia , soltava os prelúdios da suave endecha. A virgem suspirou: - A tarde é a tristeza do sol. Os dias de Iracema vão ser longas tardes sem manhã, até que venha para ela a grande noite. O mancebo se voltara. Seu lábio emudeceu, mas os olhos falaram. Uma lágrima correu pela face guerreira, como as umidades que durante os ardores do estio transudam da escarpa dos rochedos. Caubi avançado sempre, sumira-se entre a densa ramagem. O seio da filha de Araquém arfou, como o esto da vaga que se franja de espuma e soluça. Mas sua alma, negra de tristura, teve ainda um pálido reflexo para iluminar a seca flor das faces. Assim em noite escura vem um fogo-fátuo luzir nas brancas areias do tabuleiro. - Estrangeiro, toma o último sorriso de Iracema... e foge! A boca do guerreiro pousou na boca mimosa da virgem. Ficaram ambos assim unidos como dois frutos gêmeos do araçá, que saíram do seio da mesma flor. A voz de Caubi chamou o estrangeiro. Iracema abraçou para não cair, o tronco de uma palmeira.
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HAREM-28A-00066
Depoimento de Arlete Lopes Crispino P - Vamos começar, a senhora diga o seu nome completo, lugar onde a senhora nasceu, quando e nome dos seus pais, seus avós e, se possível, onde eles nasceram. R- Então, eu me chamo Arlete Lopes Crispino, nasci em Pinheiros, numa cidade pequenininha na Central do Brasil. Meus pais são João de Araújo Lopes, também da Central, da cidade de Resende e Elisa de Souza Valente Lopes, nascida em uma fazenda em Pinheiros e criada em pinheiros também. Depois ela estudou em Guará , viveram muito tempo na Central, naquela cidade da Central do Brasil. P - Conta alguma coisa da sua família: como foi sua infância, seus pais,seus irmãos, sua casa. R- A gente começa a ter lembrança da infância lá para os 5, 6 anos | lá para os 5, 6 anos. Antes não me recordo das coisas, sei das coisas porque minha mãe teve sempre o hábito do diário, então a gente sabe o que aconteceu na vida toda porque o diário dela é da vida inteira, mas da minha lembrança mesmo começa em Marília. Uma infância cheia de dificuldades porque meus pais tiveram muitos filhos e ele era um homem assim muito aventureiro; ele tinha uma profissão mas ele se interessava por tudo, queria estar em todos os lugares; então quando ele se casou com minha mãe ele era farmacêutico formado, então os primeiros filhos nasceram em Queluz onde ele tinha duas farmácias e uma posição muito boa. Minha mãe logo deixou de lecionar porque ele quis fazer o curso de medicina e foi para o Rio de Janeiro fazer o curso de medicina, então ela parou de lecionar, deixou a cadeira dela. Ele fez o curso de medicina, lá a família cresceu mais um pouco e depois de formado ele voltou para Pinheiros, que era a terra dela e um pouco dele também, aí comprou terras no Paraná, ele queria ser fazendeiro. Tinha idéias avançadas; ele foi dono de uma fábrica de latas, que naquele tempo a lata era o máximo, estava entrando no Brasil, 1920, antes até, ele foi dono do primeiro jornal de Queluz, que ele queria fazer circular as notícias, mas a cidade era tão pequena que antes do jornal ficar pronto, todo mundo já sabia de tudo. Assim ele se aventurou por muitas coisas e quando ele comprou a fazenda, ele praticamente largou a medicina e foi se dedicar a fazenda. Mas a fazenda era no norte do Paraná e eles então se mudaram para lá, foram morar em uma cidade pequena chamada Itaporanga; lá a mamãe recomeçou a lecionar porque ela viu que ele se dedicava tanto a fazenda, ele se pegava tanto com aquilo que não dava, né, então ela voltou a lecionar. Então quando eu fui para Itaporanga eu fui no colo, tinha 2 anos. Lá mamãe teve mais filhos e ele sempre tudo o que ele ganhava, porque ele atendia também, a medicina, não é que ele abandonou de uma vez, mas ele se dedicava mais a fazenda e nesse tempo ele começou a ler sobre cooperativismo e queria fazer cooperativa então minha mãe sempre ali com o ordenado dela sustentando a família e ele com as fantasias dele. Ele ia fazendo tudo, ele queria tudo e depois de Itaporaga nós mudamos para Marília em 1929, que não era a Marília de hoje, era uma coisinha. Não tinha calçamento, não tinha água encanada, luz elétrica já tinha e fomos para lá e a família aumentando, porque mamãe teve ao todo 13 filhos, né, e ele ali se firmou um pouquinho mais, mas sempre com aquelas idéias que ele externava muito de cooperativismo, ele já passou para socialismo e com o tempo ele ficou sendo o comodista (comunista?) da cidade. Então a toda hora ele era detido, era encaminhado para São Paulo e minha mãe lecionando e a família grande, a família grande. Mas a gente era criança e a vida para gente ótima, porque tinha o pai, tinha a mãe; as vezes o pai viajava, né, entre aspas, se ausentava, depois voltava e a vida da gente era boa, alegre, a casa cheia de criança, muitos amigos, muita criançada em volta, mamãe sempre lecionando, muito querida. Então assim foi. Da primeira casinha que nós moramos, que era de tijolo, coisa rara em Marília, passamos para uma grande casa de madeira e lá ele pôs o consultório e até ia indo muito bem. Aí veio a Revolução de 1930 e depois a de 32, né, então ele sempre comentava com a família o avanço das tropas legalistas, os paulistas se afastando, ele marcava no mapa e comentava tudo; olha, não sei porque, ele ficou mal visto e foi preso pela primeira vez lá e veio para São Paulo e daí para cá ele foi diversas vezes detido e a mamãe sempre firme com a família, todo mundo estudou e ele nesse vai e vem. Foi assim no tempo do Getúlio também, foi...depois do Getúlio, negócio de intentona, aquelas coisas todas, né; e ele finalmente... caiu em ciladas, assim, até te contei, de porem material dentro do consultório dele e quando ele abriu a porta viu aquele material lá, não deu tempo de sair porque a policia entrou atrás dele, essas coisas injustas e tudo. Então nós éramos uma família visada de duas maneiras: muito respeitada, mas ao tempo assim, né, "o pai deles é comunista", mas a mamãe nunca perdeu a linha dela, ela foi diretora em Marília do grupo escolar e todos fizeram o curso ginasial lá. Como não tinha mais nada para fazer lá, e a gente então fomos, uma a uma, fazendo escola normal em Agudos. Mas a vida para nós era muito boa, muito gostosa, porque mamãe não deixava faltar nada. Tinha uma vizinha nossa bem de família, bem economicamente, os pais tinham padaria, então ela adorava ir tomar lanche lá em casa porque todo dia tinha bolo de fubá, mamãe fazia bolo, ela achava que lá em casa tinha muito mais, né, mas a mamãe fazia da mão dela, né, naquele tempo punha o bolo em cima da chapa, punha a tampa em cima da panela e enchia de brasa em cima e ela sabia direitinho quando podia tirar a tampa e derrubar as brasas e o bolo já estava crescido; quer dizer foi um tempo que não tinha nada, eu acho que hoje a vida é facílima, porque o que uma mulher tinha que trabalhar naquele tempo, né, de roupa para levar, para passar de ferro de brasa, eu passei muita roupa de ferro de brasa porque ela nos punha todas para trabalhar, e toca por brasa dentro do ferro e toca sacudir o ferro e toca soprar o ferro; fazíamos todos esses trabalhos caseiros e ela bordava a roupa da gente, ela costurava a roupa da gente, então a gente estava sempre em ordem, mas ali, porque ela não perdia um minuto com outras coisas a não ser a família. Depois quando a gente veio aqui para São Paulo aí conhecemos o fogão elétrico, posteriormente o fogão a gás, nossa, quando a gente lembrava de Marília, o que era a vida dura, né, não tinha água encanada, a gente morava numa casa, essa casa de madeira, tirando água do poço, o poço até servia a nossa casa e a do vizinho; tirando água do poço, enchendo tinas de água, carregando a água para cozinha, carregando a água para o chuveiro, que ele tinha uma cordinha, descia, o chuveiro era redondo e tinha um ralo em baixo por onde descia a água. Então quando enchia a água o ralo estava fechado aí a gente ia tomar banho e puxava o ralo pela cordinha, suspendia la qualquer coisa e a água descia pelo ralo; a gente tomava banho de chuveiro, mas era um chuveiro improvisado, tudo improvisado. Então a gente conheceu a vida na forma mais dura, então acho que hoje a gente tem tudo, todos esses modernismos aí que veio em benefício da mulher, porque mulher sofria, viu?(riso). Mas depois em Marília, depois de morarmos nessa casa grande tábua, papai começou a construir uma casa de tijolos e foi uma casa muito gostosa e ele teria sido o precursor das coisas, ele era muito para frente, sabe, por isso ele era inquieto. O quanto ele tinha de inquieto ela tinha de pé no chão para ali segurar as barras, né, então ele mandou já instalar canos e posteriormente, quando Marília recebeu água encanada, já estava em casa. Nessa casa também ele fez o poço e ao invés da gente puxar a água assim em balde, ele fez uma espécie de bomba, você sabe um filme de mocinho que eles bombam a água assim? Então a gente bombava e cada um tinha que bombar um pouco e com isso enchia uma caixa alta que tinha no quintal e dessa caixa nos servia, então a gente já teve água encanada antes da água encanada chegar em Marília, que ele providenciava as coisas. Papai sempre que mudava para uma casa, a primeira preocupação dele era por um filtro de água para os filhos, os filhos tinham que ter tudo água filtrada, sempre uma preocupação assim. E dessa antecipação dele, então nós tivemos uma banheira dentro de casa, que erauma novidade também e também um sanitário, né, e lá fora tinha a fossa séptica então passava tudo pela fossa. Então ele foi assim, ele via as coisas, ele lia, se interessava, queria por em prática, ele vivia um pouquinho fora da época dele, adiantado. Mas a mamãe ali dentro sustentando tudo. P - Como é que ela enfrentava as situações? R- Como ela enfrentava? P - Principalmente quando seu pai... R- Com muita coragem, olha, com muita coragem. Eu me lembro dela falar muitas vezes assim: "João, lembra nos seus filhos, deixa a situação mundial, pensa nos seus filhos. Você quer consertar o mundo João? olha para os filhos!" (riso). Mas ele falava: "o mundo é para eles, nós temos que consertar o mundo porque o mundo é para eles!". E eles ficavam assim, né, para acertar era difícil, porque ele via muito longe e ela via a família. Mas foi assim, mas a gente sempre admirou porque ele via mesmo na frente, quando nós mudamos para cá em 44, ele já estava lendo muito sobre naturismo e falando muito de alimentação natural e ele teve, com uma pessoa que o ajudou, o primeiro restaurante naturista daqui de São Paulo. Comidas muito gostosa, mas não entrava carne, né, uma variedade enorme. Então tudo a gente vê que ele era na frente, ele era um precursor, sei lá. Agora lá em Marília a gente passou dificuldades, mas que eu criança não percebia. Comecei a perceber depois do ginásio que a gente era meio, olha, a gente não era excluída, não é, mais falavam assim : "Ah, elas são filhas do Doutor Lopes." Falava em Doutor Lopes e todo mundo já sabia quem era. Então "São filhas do Doutor Lopes e Dona Elisinha", que já era diretora naquele tempo lá, né, ela foi diretora substituta bastante tempo, ela nunca fez o concurso para direção; naquele tempo punha-se assim para dirigir e ficava. E estudamos, né, eu ganhei um curso secundário grátis porque tinha sido uma boa aluna no quarto ano então recebi o diploma e recebi também a possibilidade de freqüentar o ginásio do estado sem pagar. E o ginásio, a gente tinha muita honra de freqüentar porque era um ginásio exigente, os professores começaram a modernizar o ensino, vamos dizer, né, o professor nos levando a noite para a parte de cima do colégio para a gente ver as estrelas, as constelações, localizar, localização de norte, sul, a criar laboratórios e a gente a freqüentar laboratórios, quer dizer, eram experiências simples, mas era uma novidade, era uma mudança no ensino, né? Tivemos uma professora de música também maravilhosa, ela é viva até hoje, se chama Regina Epingauss(?), ela era moça, hoje eu sei que ela tinha 21 anos, mas para nós ela era uma senhora bonita, loira, filha de alemães e ela dava música de uma maneira completamente diferente. Ela levava trechos de óperas, árias, nos fazia pesquisar biografias de Beethoven, Mozart, Lizst, tudo e gente foi se interessando de tal maneira pela música que era uma matéria que a gente gostava, que ela levava uma vitrolinha, olha, porque naquele tempo era uma vitrola de dar corda, na sala de aula era uma coisa extraordinária. A professora de português também, que nos fazia ler livros e comentar livros e dizer dos personagens dos livros, era uma coisa tão diferente, era uma professora extraordinária também, se chamava Berta Camargo Vieira, uma coisa, nós a considerávamos uma sumidade. Ela providenciou a primeira biblioteca do ginásio com os alunos indo de casa em casa pedindo livros e a população dava os livros, né, e os livros eram depois os livros separados por matéria, por assunto, então foi organizado a primeira biblioteca, né e o todos os professores muito assim diferentes. O professor de química, gostaria de lembrar o nome dele, fazendo experiências com a gente...era, vamos dizer assim, uma palavra bem assim daquele tempo, era uma plêiade de professores muito bons, então a gente orgulho de estudar naquele ginásio. Que depois passou a ser estadual. Porque a gente comentava assim, quem não passa no nosso ginásio vai estudar no colégio das freiras. Então a gente tinha aquela coisa de criança, né,: nós estudamos numa escola mais exigente!" Depois nos formamos e uma a uma minha mãe consegui que fosse estudar em Agudos, que era onde tinha uma escola normal livre que se chamava Escola Normal Livre de Agudos e era dirigida por freiras alemãs, essas freiras, a última delas morreu a pouco tempo, elas fizeram o ensino de Agudos, formaram olha, não sei quantas turmas de professoras> lá, né e eram muito modernas, vamos dizer também; eram freiras que, aos sábados, punham o rádio para tocar no pátio interno e nós dançávamos. Isso era coisa que naquele tempo freira não fazia e elas nos deixavam a gente dançar, fazia carnaval, pulava. Elas nos levavam a chácaras para comer frutas, íamos em fila, nos tirávamos do internato então, porque éramos interna, eram freiras diferentes mesmo. Ficaram famosas na região porque eram muito abertas. Então esse tempo foi muito bom também para nós e então a vida foi passando e gente foi entendendo o porque daquela situação assim que antes nos envergonhava, mas depois deixou de envergonhar porque cada um tem o direito de pensar como pode, como quer e o meu pai pensava daquele jeito pelo bem de todos, ele pensava em todos, não pensava nele. Assim foi a vida dele, muitas vezes veio para cá, ficou no Dops que o trazia para cá, ficou no Presídio Maria Zélia, ali ele fezrelações, aí é que ele foi estudar a política, porque ele conheceu muita gente boa, Caio Prado, né, encaminhou ele a leituras muito boas, mas era uma vida de prisão. Então uma vez que meu pai ficou quase um ano e meio aqui, ele voltou gordo, a gente quase não reconheceu porque era ler, cantavam, jogavam dama, baralho, conversavam muito e as conversas eram muito instrutivas e ele cada vez foi se instruindo mais naquilo que ele era acusado sem dever, ele falava em cooperativismo, em socialismo e de repente ele tinha virado um comunista. P - Mas ele não militava assim, era só umas idéias? R- Quando aqui o partido entrou na legalidade, em 45, ele se aproximou mesmo do partido, porque aí ele já conhecia muita gente que ele tinha conhecido lá preso, sem conhecer, sem saber e durante os anos de legalidade, ele freqüentou, mas sempre com a recriminação da mamãe. Então quando caiu outras vez na ilegalidade, que foi Marechal Dutra que tirou a legalidade do partido, ali ele já era amigo até de Prestes, né, Prestes o visitou quando ele estava doente, tudo. Pessoas muito boas, o Doutor Samuel Pessoa, tudo gente boa, ele conheceu nessa época e Dona Joelfina(?) foi muito boa também e então a gente tinha aquele receio, porque a mamãe não nos deixava, nesse ponto ela nos segurava. A gente admirava ele e via quantas coisas justas ele pensava, mas ao mesmo tempo não tinha coragem de aderir assim abertamente, né? P - Ele conversava muito sobre política com vocês? R- Nossa! Ele lia os jornais: "Vem aqui, vem aqui olha!" e lia trechos ou passava em vermelho trechos e falava: "Vocês precisam ler isto." E quando não nos fazia ouvir aquilo que ele estava lendo mesmo e falava: "Vocês tem de ler as entrelinhas, não é só ler não, é pensar." E assim ele nos levou a um raciocínio que tudo que a gente lê agente fala "o que será que tá nessas entrelinhas, tem coisa por aí". Me lembro quando a gente ainda mal entedia de nada ele falou: "Olha aí, a Ford comprou uma concessão enorme de terras no Amazonas e assim que eles vão se apoderar das nossas terras!" E agente então falava: "Ah, já estão vendendo o Brasil"(riso). Olha, tem tanta gente comprando o Brasil até hoje (riso), não muda nada. P - Aqui em São Paulo ele continuou a mesma coisa? R- Aqui ele se dedicou mais a medicina, bem mais, principalmente porque o naturismo deu muito retorno para ele. Ele criou também casa de banho a vapor, também nunca tinha ouvido falar que São Paulo tinha banho a vapor. Ele fez muito primitivamente, mas no consultório dele tinha banho a vapor. Então ele aliava o regime aos banhos a vapor, à ginástica, porque ele era um ginasta fervoroso, de fazer diariamente. Tinha um programa no rádio do Professor Osvaldo Diniz Magalhães, de lá do Rio, interessante; ele fazia ginástica pelo rádio e ele nos acordava: "Vamos, sai da cama, vocês ficam dormindo aí até tarde, vamos fazer ginástica!" As vezes a gente acompanhava, as vezes tinha vindo de baile, não queria, mas ele sempre assim. Mas aqui ele se dedicou mais a medicina, bem mais e foi bem sucedido e tudo. E dizia que ia viver 120 anos ele dizia assim, tadinho: "Vou enterrar vocês todos." Mas ele foi quase que com a idade que eu estou, ele foi com 68 anos, morreu de câncer. E ele se alimentava bem, ele não bebia, ele não fumava, ele ginasticava, ele fazia excursões, nos levava para o Pico do Jaraguá, para Guarapiranga, que naquele tempo não era nada, para Santos; muita atividade que ele tinha e teve a doença fatal, né, e minha mãe que era magrinha, que lutava e tudo, viveu até os 98 anos e meio|98 anos e meio (riso). Mas aqui então a vida, a gente já veio para cá recém formada, tivemos dias muito bons em Marília, a despedida de Marília foi uma festa que a gente fez em casa que coincidiu com o aniversário da minha irmã Odila, então foi uma festa que todo o pessoal do clube veio porque o que tinha em Marília? Cinema, que nós íamos uma vez por semana só porque não tinha meios de mandar aquela turma toda ao cinema mais do que uma vez por semana; baile, todos os domingos chamava-se Domingueira no Tênis Clube de Marília, a gente saia do cinema e aí fazia na avenida o footing, ficava que nem amostra, para lá e para cá, para lá e para cá e os moços parados, né, vendo as moças circularem e então a gente dava volta na avenida, era bem larga e após isso íamos para a Domingueira. A gente vinha sempre acompanhada de amigos, mamãe sempre perguntava "com quem vocês voltar?" e a gente falava com quem ia voltar e era aquela segurança absoluta porque eram moços, né, gente fina (riso), não tinha perigo. Bailes que terminavam quatro da manhã também, saía-se, como hoje, a gente passava no bar, tomava café ou então comia pão fresco na padaria, mas ia para casa direitinho. "vocês vieram com fulano?" "Viemos mamãe", pronto então estava tudo ok, né? P - E os namoricos? R- Os namoricos, saí de lá com 16 anos, naquele não namorava ainda com 16 anos. É porque aí eu fui interna, lá no internato é que eu comecei com namorico, e depois já fomos para São Paulo, mas eram namoros...olha, tem sempre de tudo, né, a gente tinha aquela maneira da mamãe, que ela dava liberdade mas ao mesmo tempo ela cobrava, então a gente queria respeitar aquela liberdade que ela dava. Tinha de tudo né, tinha moças com mais liberdade, mas por exemplo, andar de namorado, de mão dada, de abraço, de beijo, mas nem sonhar! Isso daí nem de jeito nenhum, isso daí foi bem depois e ainda com medida, ainda com bastante medida. Então esse último mês que a gente passou lá e fizemos a festa, que foi em casa e tudo, a vitrola ainda era vitrola de manivela, a gente dava corda e com sentia que a corda chegou, bom, aí punha os discos, punha a agulha, tocava; tocava alguns discos aquela corda, depois renovava a corda. Mas foi muito gostosos, todos os moços foram, do Tênis, as amigas, a miss Marília que se chamava Dalva Sentini estava lá, uma outra que já tinha sido também, a Gláucia Amaral, todas as moças, porque a gente tinha muitas amizades. E no baile, agente distribuiu assim, para o moço e para a moça, o nome de amores famosos, vamos dizer assim Romeu e Julieta, Otelo e Desdêmona, que mais que tem? Aberlado e Heloísa, esses amores famosos, né, e então um tinha que procurar o outro. se a moça era a Desdêmona, tinha que procurar o Otelo, né, e então depois que os pares se formaram, então teve a valsa e dançamos e tudo. Foi uma festa muito gostosa, eram essas festas inocentes que a gente fazia né, a música que deixou lembrança dessa festa foi Céu Cor de Rosa, uma música muito bonita, acho que nossa, naquele tempo não tinha isso de música estrangeira infiltrada aqui, né? E depois então viemos para cá e aqui nós continuamos com essa tradição de festinhas em casa; então essa casa da Avenida Pompéia, onde nós moramos 25 anos e que tinha um hall imenso, mas maior que isso só o hall era maior que isso e a sala de jantar maior que isso também, a gente fez muita festa lá. A gente era daquele tipo de moça do interior e fomos nos ambientando, devagarinho, devagarinho. Eu fui substituindo o grupo escolar Miss Brown, eu e a Iná, a minha irmã Odila logo, nós mudamos em julho e ela, em janeiro no ano seguinte, ela logo escolheu cadeira. Então ela não substitui aqui em São Paulo assim muito tempo e a gente substituíamos, era uma hora em Casa Verde, uma hora em Perus (fim da fita) Joelfina Mais uma palavra não decifrada
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HAREM-77B-01906
A Evolução Da Colônia portuguesa na América, a partir da segunda metade do século XVII, será profundamente marcada pelo novo rumo que toma Portugal como potência colonial. Na época em que esteve ligado à Espanha, perdeu esse país o melhor de seus entrepostos orientais, ao mesmo tempo que a melhor parte da colônia americana era ocupada pelos holandeses. Ao recuperar a independência, Portugal encontrou-se em posição extremamente débil, pois a ameaça da Espanha -- que por mais de um quarto de século não reconheceu essa independência -- pesava permanentemente sobre o território metropolitano. Por outro lado, pequeno reino, perdido o comércio oriental e desorganizado o mercado do açúcar, não dispunha de meios para defender o que lhe sobrara das colônias numa época de crescente atividade imperialista. A neutralidade em face das grandes potências era impraticável. Portugal compreendeu, assim, que para sobreviver como metrópole colonial deveria ligar o seu destino a uma grande potência, o que significaria necessariamente alienar parte de sua soberania. Os acordos concluídos com a Inglaterra em 1642-54-61 estruturaram essa aliança que marcará profundamente a vida política e econômica de Portugal e do Brasil durante os dois séculos seguintes. Aí conseguiu o governo lusitano que a França renunciasse a quaisquer reclamações sobre a foz do Amazonas e a quaisquer direitos de navegação nesse rio. Igualmente nessa conferência, Portugal conseguiu da Espanha o reconhecimento de seus direitos sobre a colônia do Sacramento. Ambos os acordos receberam a garantia direta da Inglaterra e vieram a constituir fundamentos da estabilidade territorial da América portuguesa. Transferindo-se o governo português para o Brasil sob a proteção inglesa e operando-se a independência sem descontinuidade na chefia do governo, os privilégios econômicos de que se beneficiava a Inglaterra em Portugal transferiram-se automaticamente para o Brasil independente. Com efeito, se bem haja conseguido separar-se de Portugal em 1822, o Brasil necessitou vários decênios mais para eliminar a tutelagem que, graças a sólidos acordos internacionais, mantinha sobre ele a Inglaterra. Esses acordos foram firmados em momentos difíceis e constituíam, dentro da tradição das relações luso-inglesas, pagamentos em privilégios econômicos de 1810 foram firmados contra a garantia da Inglaterra de que nenhum governo imposto por Napoleão em Portugal seria reconhecido. Por eles se transferiam para o Brasil todos os privilégios de que gozavam os ingleses em Portugal -- inclusive os de extraterritorialidade -- e se lhes reconhecia demais uma tarifa preferencial. Tudo indica que negociando esses acordos o governo português tinha estritamente em vista a continuidade da casa reinante em Portugal, enquanto os ingleses se preocupavam em firmar-se definitivamente na colônia, cujas perspectivas eram bem mais promissoras que as de Portugal. Eliminando o obstáculo do tratado de 1827, estava aberto o caminho para a elevação da tarifa e o conseqüente aumento do poder financeiro do governo central, cuja autoridade se consolida definitivamente nessa etapa. O passivo político da colônia portuguesa estava liquidado. Contudo, do ponto de vista de sua estrutura econômica, o Brasil da metade do século XIX não diferia muito do que fora nos três séculos anteriores. A estrutura econômica, baseada principalmente no trabalho escravo, se mantivera imutável nas etapas de expansão e decadência. A ausência de tensões internas, resultante dessa imutabilidade, é responsável pelo atraso relativo da industrialização. A expansão cafeeira da segunda metade do século XIX, durante a qual se modificam as bases do sistema econômico, constituiu uma etapa de transição econômica, assim como a primeira metade desse século representou uma fase de transição política. É das tensoes internas da economia cafeeira em sua etapa de crise que surgirão os elementos de um sistema econômico autônomo capaz de gerar o seu próprio impulso de crescimento, concluindo-se então definitivamente a etapa colonial da economia brasileira. O rápido Desenvolvimento da indústria açucareira, malgrado as enormes dificuldades decorrentes do meio físico, da hostilidade do silvícola e do custo dos transportes, indica claramente que o esforço do governo português se concentrara nesse setor. O privilégio, outorgado ao donatário, de so ele fabricar moenda e engenho de água, denota ser a lavoura do açúcar a que se tinha especialmente em mira introduzir. Favores especiais foram concedidos subsequentemente àqueles que instalassem engenhos: isenções de tributos, garantia contra a penhora dos instrumentos de produção, honrarias e títulos, etc. As dificuldades maiores, encontradas na etapa inicial, advieram da escassez de mão-de-obra. O aproveitamento do escravo indígena, em que aparentemente se baseavam todos os planos iniciais, resultou inviável na escala requerida pelas empresas agrícolas de grande envergadura que eram os engenhos de açúcar. A mão-de-obra africana chegou para a expansão da empresa, que já estava instalada. É quando a rentabilidade do negócio está assegurada que entram em cena, na escala necessária, os escravos africanos: base de um sistema de produção mais eficiente e mais densamente capitalizado. Os gastos monetários de reposição, que cabe deduzir para obter o monte da renda líquida, podem ser estimados grosso modo em 110 mil libras: 50 mil libras para reposição dos escravos -- admitindo-se uma vida média útil de oito anos, 15.000 escravos 25 libras por cabeça - e 60 mil libras para a parte de equipamentos importados - admitindo-se que a terça parte do capital fixo (inclusive escravos) estivesse constituída por equipamentos importados e que estes tivessem uma vida útil média de dez anos.
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